No ano de 1820 a colonização no mundo estava a todo vapor, ideias de grandes maquinários facilitando a produção deram origem a revolução industrial; prosperando muita gente e moldando a forma do mundo como nunca se viu antes.

 Na cidade de Tenochtitlán, na américa central, havia uma festividade ao deus sol no qual basicamente todos os anos seus habitantes sacrificavam porcos em agradecimento pelas fartas colheitas. Nesta mesma cidade numa humilde casa vivia em total isolamento um homem conhecido como palhaço Boa gente, Boa comida; anos atrás vivia entusiasmado com a possibilidade de morar na Europa e viver do seu ofício de distribuir alegria para todos.

 Tudo desmoronou quando a sua mãe morreu, não tinha mais sentido viver, o isolamento só era quebrado quando o palhaço adquiria pequenas quantidades de comida nos armazéns por perto. Um dia de domingo os transeuntes que costumeiramente passavam próximo da casa do palhaço sentiram algo estranho, arrombaram a casa e não encontraram Boa gente, Boa comida no local, o palhaço desapareceu sem deixar rastros.

 Agora vem a parte mais assustadora, muitos anos depois, desaparecimentos de mulheres começaram a ocorrer anormalmente, e com frequência encontravam as cabeças enfiadas nas estacas na porta da casa onde o palhaço morava. No total foram vinte e cinco assassinatos, a cidade estava toda alvoroçada e o medo e o pavor desceram sobre os habitantes, às investigações chegaram até o assassino em 1823, numa gruta fétida localizada em uma montanha perto de Tonatiuh, uma cidade irmã. Encontraram o palhaço Boa gente, Boa comida morto pesando aproximadamente 299 Kg, deitado sobre as ossadas das mulheres mortas. 

 
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