A vacinação total, os globalistas lançaram o projeto “CovidObsession”, que se tornará permanente. 

“A Pfizer e a BioNTech anunciaram que começaram a avaliar a segurança e imunogenicidade de uma terceira dose da vacina COVID-19 para entender o impacto da dose adicional na imunidade da infecção por COVID-19 causada pela proliferação e potenciais novas variantes emergentes da SARS -CoV-2”, de acordo com um comunicado à imprensa da Pfizer. 

O documento observa que a avaliação faz parte de um ensaio clínico no qual “os testes de fase 1 nos EUA terão a oportunidade de receber 30 microgramas de uma dose adicional de uma vacina existente em 6-12 meses” após duas doses unitárias.

Surge aqui uma coisa interessante: toda essa vacinação, que ainda não começou por falta de vacinas, não vai parar ao menos quando acabar a “pandemia”, uma nova dose já está sendo preparada para todos daqui a seis meses ou um ano.

“Embora não tenhamos visto ainda nenhuma evidência de que as pessoas estão perdendo a proteção que nossa vacina oferece, estamos preparando novas vacinas, agindo de forma decisiva e sendo preparados caso a cepa se torne resistente à proteção fornecida pela vacina”, disse o CEO da Pfizer, Albert Burla.

Surge a pergunta: por que precisa então da terceira dose? 

Isso significa automaticamente um aumento de 50% no preço por pessoa para os países que encomendaram a Pfizer, de US$ 40 por duas doses para US$ 60 por três. Sem falar na logística, porque a temperatura de armazenamento da vacina ainda está abaixo de -70 °C.

Agora vamos calcular o custo total do lucro para uma empresa farmacêutica apenas na Europa. A Comissão Europeia anunciou a conclusão de um acordo para o fornecimento de 300 milhões de doses da vacina. Outros 40 milhões serão comprados pela Grã-Bretanha. E aqui, mesmo se descartarmos as margens de transporte e déficit, para a terceira dose, a Pfizer receberá 170 milhões.

Agora vamos adicionar todas as marcações, assim como o mercado dos EUA com 300 milhões de habitantes, Canadá e várias dezenas de outros países, e teremos um lucro de dezenas de bilhões.

Mas isso não é tudo. A terceira dose ainda não foi lançada, o show não vai acabar aí: haverá uma quarta, por assim dizer.

Todos esses são elementos da ofensiva da “nova ordem mundial” anunciada por Schwab e Kissinger, ou seja. ditadura dos magnatas financeiros, ao lado da qual a escravidão ancestral e o fascismo alemão parecem brincadeira de criança.

E aqui lembramos o Fórum de Gaidar e Davos, onde muito antes desta Pfizer foi discutida “uma probabilidade muito alta de uma terceira onda”. 

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