As viagens interestelares de longa distância ainda são incompreensíveis para a humanidade. Durante todo o tempo, apenas algumas naves espaciais conseguiram deixar o sistema solar - Voyager 1 e Voyager 2. A lista pode ser ampliada em breve: especialistas da Universidade Johns Hopkins encontraram uma maneira de realizar viagens interestelares.

Mesmo uma espaçonave mais avançada não pode deixar o sistema solar e retornar sem problemas em um período de tempo razoável. A Voyager levou 36 anos para completar a missão. A equipe da Universidade Johns Hopkins estabeleceu para si mesma a meta de desenvolver uma sonda que levaria metade do tempo. Observe que a distância a ser percorrida é de 50 bilhões de milhas.

Segundo os cientistas da NASA, atingir o objetivo será realista ao usar a energia térmica da luminária, que alimentará a espaçonave. Os especialistas já trabalham em equipamentos equipados com painéis solares. Para comprovar a eficácia da tecnologia, foi utilizado um simulador em forma de container marítimo, equipado com milhares de LEDs. O simulador emitiu energia comparável a vinte sóis.

O trabalho dos engenheiros permitirá a construção de uma nave que poderá voar até a estrela e não explodir. Cálculos da NASA afirmam que o equipamento será capaz de permanecer em um ambiente com temperatura em torno de + 2500 ° C por 2,5 horas. Cálculos técnicos exatos serão concluídos até o final de 2021. Em 2022, poderão começar a criar o aparelho.

Se o projeto for implementado com sucesso, será possível olhar mais detalhadamente para outros mundos. Os ufólogos acalentam a esperança de encontrar formas de vida alienígenas.

[Planeta]

 
});