Paleontólogos da Austrália e da Bélgica uniram forças para realizar um estudo sobre os restos mortais de um dos maiores dinossauros em toda a existência do planeta - o "touro carnívoro". Esses restos foram descobertos em 1984. 

Existem muito poucos vestígios deste incrível dinossauro, os paleontólogos conseguiram encontrar apenas um crânio, no qual existem vários fragmentos menores de uma pele feita de escamas, dois chifres de grande tamanho são claramente visíveis na cabeça, que em sua aparência se assemelham a um touro. 

O crânio foi encontrado na Patagônia, os paleontólogos aproveitaram as tecnologias modernas e os melhores equipamentos, o que lhes permitiu restaurar a aparência de um carnívoro milenar. 

Estudos anteriores mostraram que alguns dos predadores podem estar cobertos de penas, mas, neste caso, absolutamente nenhum sinal de plumagem foi encontrado.

Por todo o corpo do dinossauro, havia espinhos cônicos em uma ordem incompreensível. Ao redor deles, ao mesmo tempo, havia escamas em forma de losango ou semicircular, ligeiramente alongadas para proteger com segurança o "touro carnívoro"

Na aparência, o dinossauro lembrava o lagarto do diabo muito espinhoso que hoje vive na Austrália. Além disso, suas dimensões eram muito maiores, o comprimento do carnotauro atingia quase 8 metros.

Os paleontólogos notaram o fato de as escamas participarem da termorregulação do corpo, o mesmo mecanismo pode ser observado em répteis que vivem no mundo moderno.

[Planeta]

 
});