Um estudo abrangente de esqueletos permitiu aos antropólogos reconstruir mulheres que viveram na Idade do Bronze. Seus restos mortais foram encontrados na floresta Krumlov, em uma das minas de silício. Os esqueletos pertencem a duas mulheres: uma delas tinha 30-35 anos e a segunda 35-40.

O esqueleto de uma mulher mais jovem jazia dobrado na continuação lateral do eixo. Os restos mortais estavam a uma profundidade de 6 metros. Durante sua vida ela era baixa, cerca de 1,49 cm e sua saúde era boa. Há vestígios nos restos mortais que indicam condições de vida desfavoráveis: estresse e fome.

O esqueleto de uma mulher idosa jazia a 7 metros de profundidade, está quase totalmente preservado. A falecida tinha uma postura incomum - suas mãos estavam cruzadas atrás da cabeça. No peito estava o esqueleto de um bebê recém-nascido. Ela também era baixa, cerca de 1,46 cm. O estado de seus ossos indicava anemia. Os arqueólogos também dizem que ela fez um trabalho fisicamente exigente. Isso é evidenciado pela hipoplasia das vértebras lombares.

Os especialistas realizaram análises de DNA e descobriram que as mulheres eram parentes. Os cientistas reconstruíram não apenas a aparência das mulheres, mas também suas roupas. O mais novo vestia uma blusa de linho grosso e o mais velho uma camisa lisa com colcha.

Os historiadores sugerem que mulheres pequenas e fracas eram usadas para trabalhos forçados nas minas. Esta foi a distribuição natural do trabalho durante a Idade do Bronze.

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