O ateísmo vem ganhando mídia principalmente nos meios digitais, sua propagação se acelera devido a crescente promiscuidade humana, para atender aos seus propósitos usam da descrença do Deus eterno para manter suas vidas na escuridão e trevas.

 Crer no Senhor Jesus Cristo o Deus eterno é a única forma de vivermos em paz, o mundo está completamente perdido, depois da vida há dois caminhos o que leva a perdição eterna e o caminho da salvação, grandes intelectuais influentes, nobres, imperadores etc., rejeitaram a luz, preferiram as trevas até o último suspiro de suas vidas, porém houve outros que se arrependeram profundamente dos seus atos.


Voltaire e uma morte sem esperança



  Voltaire um ateu convicto sentia-se tão torturado por tal agonia no leito de sua morte que rangia os dentes numa raiva impotente contra Deus e os homens. Houve momentos em que bradava: “Ó Cristo, Ó Senhor Jesus!” E mais tarde: “Devo morrer, abandonado por Deus e pelos homens!” À medida que o fim se aproximava, o seu estado tornou-se tão horroroso,  que os médicos tinham medo de se aproximar da sua cama, guardavam a porta do seu leito  para que outros não pudessem ver quão terrível era a morte de uma pessoa que era contra Deus. Até a sua enfermeira não aguentou a horrorosa cena. E foi este o fim de vida de um homem de elevado intelecto, de excelente educação, de grande riqueza e muita honraria terrena – mas sem Deus.


Darwin rejeitou sua teoria da evolução 



 Nos últimos dias Charles Darwin rejeitou categoricamente sua teoria enganadora da evolução, voltou sua fé na Bíblia, uma senhora cristã chamada Lady Hope de Northfield na Inglaterra, esteve na sua cama muitas vezes antes de Darwin morrer, ela relata:

 Quando entrei no quarto, o seu semblante iluminou-se de prazer. Na mão segurava uma Bíblia aberta, que estava sempre estudando. Perguntei-lhe: “O que está lendo agora?” e ele respondeu “Hebreus.”

 A seguir, apontando para certas passagens, comentou sobre as mesmas. Eu fiz-lhe algumas referências às fortes opiniões expressas por muitos sobre a história da Criação e depois ao tratamento por eles dos capítulos mais antigos do livro de Gênesis. Pareceu-me perturbado, com os dedos em convulsões e um olhar de agonia na face, dizendo: “Eu era um jovem de ideias não formadas. Fiz perguntas e sugestões, maravilhando-me sempre  acerca de tudo. Para meu espanto, as minhas ideias espalharam-se como fogo e as pessoas fizeram delas uma religião.” A seguir fez uma pausa e depois de mais algumas frases acerca da santidade de Deus e da grandiosidade do Livro, disse, olhando amorosamente a Bíblia que segurava continuamente: “Tenho um pavilhão de verão no jardim, com lugar para  cerca  de trinta pessoas. Desejo muito  que pregues lá. Eu sei que lês a Bíblia nas aldeias. Amanhã à tarde, gostaria  que os criados do pavilhão e alguns hóspedes e vizinhos se juntassem ali. Podes falar-lhes?”

Perguntei-lhe, “De que lhes devo falar?” “De Cristo Jesus” – respondeu em voz clara e enfática. “E da Sua salvação; não  é esse o melhor tema? Depois quero que cantes alguns hinos com eles. Tu diriges com o teu pequeno instrumento, não é?” Nunca esquecerei o olhar brilhante no seu rosto ao dizer isto, pois acrescentou “se a sua reunião for às três horas, esta janela estará aberta e saberás que estou cantando convosco.”

Darwin escapou à escuridão da decepção espiritual, enquanto havia ainda tempo para o arrependimento!


 O ateu David Hume, o historiador e filósofo, publicou um livro, Religião Natural, em que fez os maiores esforços no sentido de desacreditar a religião Cristã. 



 Uma governanta descreveu os últimos dias antes da sua morte da seguinte maneira: “Quando os amigos do senhor Hume estavam com ele, ele estava alegre e parecia preocupar-se pouco com o destino  que se aproximava. Mas quando estava só, a cena era muito diferente – não havia nele nenhuma compostura alguma. A sua agitação mental era de tal ordem, que por vezes fazia tremer toda a cama. E não permitia que lhe apagassem as velas durante a noite nem que o deixassem sozinho por um minuto. Eu sempre tinha que chamar um dos criados para lhe fazer companhia. O seu sono era perturbado, e mais perturbado ainda ao acordar. Os remorsos e o medo na sua expressão continuavam, e aumentavam até perder a consciência. Ele não tinha Deus nem tinha esperança. 


Michelangelo era cético ateu



 Num curto testemunho, o grande pintor e escultor italiano escreveu: “Entrego a minha alma a Deus, o meu corpo à terra e  os meus bens à minha família mais próxima. Morro na fé de Jesus Cristo, e na firme esperança de uma vida melhor.” As suas últimas palavras foram: “Pela vida fora, lembrai-vos dos sofrimentos de Jesus.”


O ateísmo não leva a lugar nenhum


 A esperança é o Senhor Deus, tudo foi formado por sua palavra; olha para as plantas, animais, sol e lua. A sublime criança do universo que mente humana alguma jamais compreendeu, não foi obra do acaso, Deus é o poder eterno, quem vive sem o Senhor permanece em conflito eterno. 

 
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