Os arqueólogos foram atraídos por um osso muito estranho de 120 mil anos, no qual há listras verticais. A descoberta foi feita perto da cidade de Nesher Ramla, onde ficava um campo de caça pré-histórico.

O osso de uma vaca pré-histórica foi descoberto por Mario Prevost e Yossi Zeidner, do Instituto de Arqueologia da Universidade Europeia de Jerusalém. Alguém deixou seis listras ásperas e profundas no tecido ósseo que correm quase paralelas umas às outras. O comprimento de cada elemento é 38-42 mm.

Os cientistas acreditam que o osso foi usado ativamente por pessoas durante o Paleolítico Médio para cerimônias religiosas. É possível que significasse a conexão entre o caçador e a vítima. Também não é totalmente plausível que o osso tenha sido usado para contar as carcaças de vacas selvagens que entraram na comunidade. Nesse caso, a descoberta pode ser considerada um documento contábil.

Infelizmente, é improvável que seu verdadeiro propósito seja esclarecido. O achado em si é único, já que gravuras da época são raras.

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