Na cidade polonesa de Bochnia, os arqueólogos desenterraram os restos mortais carbonizados de duas mulheres. A descoberta foi feita durante um trabalho de restauração no mercado local.

Acredita-se que elas tenham vivido há cerca de 300 anos. Segundo os cientistas, sabe-se que em 1679 três mulheres foram queimadas neste local. Até agora, dois esqueletos foram encontrados, mas os especialistas não têm dúvidas de que em breve encontrarão um terceiro.

Os pesquisadores acreditam que as vítimas foram acusadas de bruxaria e assassinato de crianças. Elas provavelmente foram queimadas no mercado da cidade. Essa punição era comum na Idade Média, do século V ao século XV. Os historiadores acreditam que queimar publicamente supostamente mostrava as “bruxas” indo para o inferno.

Os arqueólogos continuarão investigando os restos mortais, mas já afirmaram que as mulheres foram enterradas no local da execução. Segundo especialistas, naquela época era comum as pessoas condenadas por tal crime não serem enterradas perto da igreja.

De acordo com fontes históricas, pelo menos 13 mulheres acusadas de bruxaria foram executadas em Bochnia. Antes da execução da sentença, elas foram mantidas na prefeitura vizinha e, provavelmente, torturadas para obterem a confissão de seus atos. Além disso, os arquivos contêm os nomes e crimes das “bruxas”.

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