Em 1911, os arqueólogos encontraram uma múmia no Egito, ela foi enterrada durante a existência do Império Romano. Os cientistas decidiram estudá-la sem remover as bandagens, caso contrário, a múmia poderia ter sido danificada.

Os cientistas usaram raios-X poderosos o suficiente para iluminar uma múmia de aproximadamente 1.900 anos. Foi possível estabelecer que o corpo pertence a uma menina de cinco anos que foi enterrada junto com o amuleto sagrado. Anteriormente, acreditava-se que tais amuletos seriam capazes de proteger o falecido no momento em que ele viajaria para a vida após a morte.



Este método de pesquisa foi usado pela primeira vez. 

Com a ajuda deste método foi possível identificar ossos, diversos materiais e objetos. As radiografias mostraram que o esqueleto estava muito bem preservado durante todo o tempo e não apresenta vestígios de danos. Nesse sentido, os cientistas acreditam que a menina morreu em decorrência de algum tipo de doença.

Também foi possível estabelecer de que material o amuleto era feito. Calcita foi usada para sua fabricação, é um mineral carbonático especial que costumava ser utilizado na fabricação de joias e amuletos.

[Planeta]

 
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