Lagostins cultivados em laboratório tomam o cemitério belga. | Resumo.

Especialistas do Instituto Flamengo para Pesquisa da Natureza e da Floresta observaram que o cemitério da cidade em Antuérpia (Bélgica) foi dominado por lagostins cultivados em laboratório.

Estamos falando de lagostins de mármore que não existem na natureza. Segundo dados não oficiais, eles foram criados em laboratório por comerciantes alemães de animais de estimação no final do século passado. Externamente, as criaturas lembram lagostins que vivem na Flórida (EUA).

O lagostim mármore tem uma característica: eles são capazes de se reproduzir sem acasalamento, uma vez que são partenogenéticos. Todos os descendentes são fêmeas e compartilham o mesmo código genético. Como resultado, a proliferação descontrolada de criaturas é possível e parece que isso aconteceu em Antuérpia.

Os especialistas acreditam que alguém decidiu soltar seus animais de estimação no reservatório. Agora é impossível resolver o problema da reprodução descontrolada: qualquer tentativa é equivalente a esvaziar o oceano com um balde. 

Os animais representam uma ameaça ao ecossistema local, pois se alimentam de absolutamente tudo o que podem suportar. Além disso, eles podem facilmente cobrir uma distância de vários quilômetros em um dia.

Os lagostins de mármore têm 10 cm de comprimento e são noturnos. Eles geralmente deixam o corpo d'água, rastejando na terra. Sete anos atrás, a União Europeia proibiu a liberação de criaturas em reservatórios naturais. Por causa da identidade do genoma, é impossível descobrir de onde veio o lagostim no cemitério.

[Planeta]

 
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