Snuff movies. Mistério Resumo.

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Snuff movies são filmes que mostram mortes ou assassinatos reais de uma ou mais pessoas, sem a ajuda de efeitos especiais, para o propósito de distribuição e entretenimento ou exploração financeira. Embora existam muitos filmes que de fato mostram mortes reais, a existência de uma indústria financeira em torno deste tipo de filme geralmente é vista como uma lenda urbana ou uma lenda da Deep Web.No anos de 1975 o FBI investigou uma suposta rede de distribuição e de exibição de Snuff. Na época se falava de vídeos onde imigrantes mexicanos eram abusados e assassinados, porém as autoridades nunca conseguiram provar nada. Alguns investigadores chegaram a dar entrevistas a jornais falando do assunto, citanto inclusive que a máfia estava por trás dessa indústria da morte.

Os filmes seriam vendidos a valores exorbitantes, a um seleto grupo de pessoas. Dizia-se também que esses filmes eram exibidos em cinemas especializados no assunto. Para ter acesso a esse tipo de material não bastava ter apenas dinheiro, mas você teria que ser recomendado e mesmo assim sua vida seria totalmente investigada, antes de receber o convite para entrar nesse grupo de sádicos.

Em 1986, em Albuquerque (EUA), um comerciante chamado John Zinn contratou três homens para raptar uma mulher e fazer um snuff. Os assassinos acabaram presos, mas haviam desistido de filmar a morte da estudante Linda Daniels por causa da repercussão do sequestro. Até então esse tinha sido o mais próximo que a policia chegou de um snuff movie.

Existem muitos casos de assassinos que filmaram seus atos, podemos citar Charles Ng e Leonard Lake gravaram, de 1983 até 1985, torturas cometidas contra algumas mulheres, que mais tarde morreram. Em meados dos anos 90, o assassino em série Paul Bernardo e Karla Homolka, ambos gravaram separadamente algumas de suas vítimas de estupro. As cenas dos assassinatos foram vistas apenas pelas autoridades policiais e corpo de jurados. Esse dois casos citados acima não configuram um Snuff movie, uma vez que os filmes foram feitos sem a intenção do executor em vender o vídeo.


Internet dá nova força a lenda

Com a crescente utilização da rede de computadores, cresceram também as oportunidades de negócio, e os grupos que antigamente comercializavam esse tipo de película, migraram para o mundo virtual também, segundo a maioria das pessoas que creem na existência de vídeo snuff.

Atualmente muito se comenta sobre o assunto, tanto na surface, como em fóruns da Deep Web. Segundo esses relatos, existem grupos escondidos nas camadas mais sombrias da Deep Web, responsáveis pela confecção de vídeos com essa temática. Os filmes apresentariam diferentes tipos de classificação, por exemplo, poderiam ser um filme contendo "apenas" o assassinato da vítima, ou poderia ser mais elaborado, contendo torturas, cenas de sexo, estupro, pedofilia...etc, tudo seguido da morte da vitima. Haveriam ainda grupos que produziriam filmes de acordo ao interesse do cliente, esse poderia escolher os elementos que fariam parte do filme e até as características da vitima, claro que isso agregaria um considerável valor extra na "produção".



Em 1997 Ernst Dieter Korzen e Stefan Michael Mahn gravaram as suas sessões de torturas contra duas prostitutas. A segunda vítima escapou e os dois foram sentenciados a prisão perpétua. Os executores alegaram que foram contratados por uma empresa que revendia os vídeos para a internet. Porém a policia alemã nunca conseguiu chegar até os contratantes.
Em julho de 2007, um vídeo surgiu na deep web e logo em seguida na surface, nele um homem de 48 anos foi assassinado com diversos golpes de martelo na cabeça, mais tarde foram identificados os assassinos; Viktor Sayenko e Igor Suprunyuck, mais conhecidos como Maníacos de Dnepropetrovsk. O vídeo, que ficou conhecido como 3 Guys and 1 hammer, tem cerca de 7 minutos, mostrava Sergei Yatzenko levando repetidas marteladas na cabeça, e posteriormente perfurado com uma chave de fenda. Ao todo a dupla acima teria matado 21 pessoas, sendo que a maioria das vítimas eram mulheres e crianças. Alexander Hanzha, um terceiro cúmplice, foi acusado de dois assaltos a mão armada que ocorreram antes dos assassinatos. A acusação não estabeleceu um motivo específico por trás dos assassinatos. A imprensa local informou que os assassinos tinham um plano para ficarem ricos a partir dos vídeos de assassinatos que eles gravavam. Uma das namoradas dos suspeitos informou que eles estavam planejando fazer vídeos de quarenta assassinatos. Esse fato foi confirmado por um antigo colega dos suspeitos, pois muitas vezes, ele ouviu o Suprunyuck entrar em contato com um desconhecido "operador de um site rico estrangeiro" que ordenou quarenta vídeos de mortes e pagaria uma grande quantidade de dinheiro caso fossem feitas. Mas algumas autoridades do caso acreditam que eles estavam fazendo isso como um hobby, para ter uma coleção de memórias quando ficassem velhos e que para esses jovens, o assassinato era como entretenimento ou caça.

Na deep web circula ainda uma história sobre um suposto filme pornográfico italiano, onde as mulheres são escalpeladas e desmembradas ainda vivas.
A deep net se tornou o habitat perfeito para esses seres (não humanos) que realizam esse tipo de filmes.
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