“Todos terão um chip no corpo até 2030”, diz o presidente do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab. “Primeiro podemos implantá-lo em nossas roupas, depois podemos até pensar em implantá-lo em nosso cérebro e em nossa pele”, alegou.

Segundo estudos, o primeiro livro da Bíblia, Gênesis, tem cerca de 3.400 anos; e o Apocalipse, o último livro, também chamado de O Livro da Revelação de Jesus Cristo, tem mais de 2 mil anos. Como um livro escrito há mais de 2 mil anos revelaria o que estamos vivenciando hoje se fosse escrito apenas sobre a ótica de simples homens, como dizem os incrédulos? Nele, está escrito: “Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.” (Apocalipse 13.16-17).

Isso não quer dizer que esse chip, ao qual Schwab se refere, seja a marca da besta, mas que o cenário está sendo montado para isso. Os sinais não negam que algo profundamente espiritual está acontecendo. Em outubro de 2019, o Fórum Econômico Mundial promoveu um exercício de simulação sobre uma possível pandemia. E, dois meses depois, a pandemia começou. Outro evento do Fórum Econômico Mundial, marcado para junho de 2021, cita um exercício que vai simular uma grande ofensiva cibernética que poderia levar o mundo à queda das comunicações e da cadeia de produção, causando um problema econômico e social ainda maior do que a crise de 2020.

O fato é que parece que as grandes crises surgem convenientemente sempre que as elites desejam implantar grandes mudanças. Em seu livro, Schwab afirma que a crise sanitária de 2020 proporcionou condições favoráveis para a implementação do Grande Reset, que significaria a reconfiguração do capitalismo dentro de conceitos chamados de quarta revolução industrial, inserido numa visão mais social na qual o Estado teria mais controle.

Júlio Freitas

 
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