Se tem algo insignificante para o trabalhador, são os sindicatos; esses mesmos trabalhadores unindo-se entre eles seriam mais eficazes na luta por dignidade do que acreditar em um bando de pessoas sentadas em escritórios no ar condicionado dizendo lutar por seus direitos, muitas das vezes sustentando uma organização que em sua grande maioria tem envolvimento com políticas ideológicas.

 Os Estados Unidos com um PIB (Produto Interno Bruto), de 21,43 trilhões em dólares, há mais ou menos 191 sindicatos, comparado ao Brasil com o PIB de 1,84 trilhões em dólares, há 16,7 mil sindicatos, ou seja, se fazer uma comparação com todos os países ao redor do planeta, o Brasil sozinho tem 91% de todos os sindicatos do mundo.

É possível um país se desenvolver com tantos sindicatos?

 A resposta é não, com essa quantidade assustadora de sindicatos nenhuma nação consegue se desenvolver, os Estados Unidos por exemplo no século XX, travou uma luta frenética contra a máfia que dominava os sindicatos pelo país, a lavagem de dinheiro e as disputas internas transformaram Nova York no berço dos gângsteres.

 Pesadas leis conseguiram neutralizar os tentáculos da máfia, atualmente os sindicatos são organizados pelas próprias empresas que ouvi as reivindicações dos funcionários, e funciona muito bem.

 No caso do Brasil é fora da realidade, um país que detém 91% de todos os sindicatos do mundo não tem condição alguma de se desenvolver. Há muitos interesses próprios escondidos por trás de grande parte desses sindicatos que vão fazer de tudo para emperrar o crescimento dos estados e das cidades, além de atrapalhar o empreendedorismo dos pequenos e médios empresários levantando a falsa bandeira de defesa aos trabalhadores.

 
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