Fala-se regularmente sobre a extinção de espécies, incluindo a humanidade, devido a guerras nucleares, mudanças climáticas e epidemias. A realidade, porém, pode ser mais prosaica: todas as pessoas morrerão pela perda da oportunidade de se reproduzirem.

Shanna Swat, da Icahn School of Medicine em Nova York, afirma que, desde 1973, a contagem de espermatozoides masculinos diminuiu 60%. A situação continua piorando, é possível que em 2045 não haja mais esperma.

Em algumas partes do mundo, as mulheres modernas já têm menos probabilidade de se tornarem mães do que suas avós aos 35 anos. Os especialistas acreditam que os produtos químicos são a causa de todos os problemas. As pessoas usam ativamente a perfumaria, os eletrônicos, os recipientes de plástico nos quais os alimentos são armazenados, etc.

O declínio na contagem de espermatozoides nos homens coincidiu com o advento de produtos químicos perigosos na década de 1950 - flatates, bisfenol e outros. A química põe em perigo a vida da criança no útero: aumenta o risco de várias complicações. Por exemplo, substâncias perigosas reduzem a distância anogenital em bebês do sexo masculino. Como resultado, na idade adulta, eles terão um pênis menor.

A química está nos matando ano após ano e não há nada que possamos fazer a respeito.

[Planeta]

 
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