Nesta rara entrevista, o ator Christopher Lee discute o poder da magia negra e dos rituais satânicos, acrescentando que não há "nada de fictício" sobre eles. Ele também explica por que houve um ressurgimento do interesse pelo ocultismo na época. Sua resposta permanece totalmente relevante hoje.

A carreira de Christopher Lee na indústria cinematográfica foi longa e frutífera. Embora os mais jovens o conheçam por seu papel como Saruman nas trilogias O Senhor dos Anéis e O Hobbit, a filmografia de Lee vem desde há quase 70 anos e inclui uma longa lista de filmes e programas de televisão (mais de 200).

Quando olhamos para os papéis assumidos por Lee ao longo de sua vida, duas constantes emergem: ele frequentemente interpretava o papel de vilão e frequentemente atuava em filmes com temas obscuros e ocultos.

Por exemplo, Lee interpretou o papel do Conde Drácula em oito filmes, o último sendo The Satanic Rites of Dracula (1973).



The Satanic Rites of Dracula começa com um ritual satânico que ocorre em uma casa de campo inglesa com quatro membros proeminentes da sociedade: um ministro do governo, um colega, um general e um cientista famoso. Literalmente, a elite oculta.

 

O filme The Devil's Bride, de 1968, é sobre um culto satânico no sul da Inglaterra.


Em A Noiva do Diabo , o próprio Baphomet aparece.

 

No filme de 1976, To the Devil a Daughter, Christopher Lee desempenha o papel de um “sacerdote” em um culto satânico que oferece uma garota de 14 anos ao diabo. Fato perturbador: a garota é muito sexualizada no filme e há até mesmo nudez frontal.



Em Ao Diabo a Filha, uma Missa Negra acontece em frente a uma cruz invertida e um “Jesus” invertido.

O mínimo que se pode dizer é que Christopher Lee parecia saber uma ou duas coisas sobre magia negra e rituais satânicos. Em uma entrevista sobre To the Devil a Daughter, Lee dá uma lição sobre magia negra para o entrevistador enquanto explica o poder e o perigo em torno desses rituais.

Embora a entrevista tenha ocorrido há mais de 44 anos, tudo o que ele diz continua verdadeiro e relevante hoje.

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