26 de abr. de 2020


O Conde Saint Germain é considerado como um gênio na arte, na política e na alquimia, o conde Saint Germain apareceu aparentemente do nada, sem registro de nascimento ou documentos que justificaram sua identidade.

A  lenda do poderoso e misterioso conde se estendeu por toda a Europa durante centenas de anos de um nobre que afirmava ter mais de 300 anos.

Ele era conhecido por muitos dos mais famosos personagens das histórias européia, como Casanova, Madame de Pompadour, Voltaire, o rei Luiz XV da França, Catalina a Grande, Franz Mesmer e outros.

Ele poderia ser um verdadeiro "imortal" caminhado entre nós? Poderia ter descoberto o conde Saint-Germain a fonte da vida? 

Essas são algumas das questões que rodeiam o personagem histórico conhecido como o Conde de Saint Germain.

Ao longo da história você já ouviu falar de personagens misteriosos e fascinantes, mais próprios relatos lendários que de crônicas históricas. 

Alguns exemplos os constituem Merlin, Nostradamus, ou Apolônio de Tiana. As partes mais improvável de suas vidas se explicam como produto da imaginação de seus contemporâneos, ou inclusive como exageros próprios da época supersticiosa na qual vivia. 

Por tanto, as crônicas posteriores a épocas medievais gozam mais valor histórico, e se acredita que são muitos mais confiáveis, salvo algumas exceções. 

Porém, existiu um homem, não faz muito que superou todas as expectativas das pessoas de seu tempo.
Seu nome era somente um apelido escolhido por ele mesmo:
O Conde de Saint Germain. E, embora se diz que teve muitos outras identidades diferentes ao longo de sua vida, está claro que sua presença em diferentes cortes européias deu muito que falar e aqueles que tiveram o privilégio de tratar com ele.

Célebre e, ao mesmo tempo, ciumento de seu anonimato, esse personagem tão diferente virou a cabeça de muitos intelectuais durante séculos, pois combinava o misticismo próprio de um ser de lenda, e conhecimentos científicos que a muitos outros homens modernos. 

Venerado por uns, e difamado por outros, para o bem e para o mal, o Conde Saint Germain se converteu em um dos maiores  enigmas da história, e um ícone do ocultismo capaz de ofuscar a personagens como Aleister Crowley, ou inclusive mesmo Nícolas Flamel.

Suas façanhas em todo os campos resultam tão assombrosas como inquietantes - e porque não dizer também, tentadoras.

E, embora sua genialidade científica, sua imortalidade e pertencente à Ordem Rosacruz, seja os elementos que mais interesses elevam entre o público ligado ao esoterismo, o maior dos seus mistérios foi sua personalidade.

Pois talvez, e apesar dos ângulos mais escuros de seu caráter, foi uma das poucas pessoas integras que relevou em altas esferas. 

Pode ser que não fosse um homem bom no sentido mais amplo da palavra, mais foi um homem reto e justo, e até poderia dizer-se que humilde, tendo em conta todas as suas habilidades. Algo que não podemos dizer de muitos eruditos.


UMA VIDA ENTRE A FANTASIA E A REALIDADE

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 Embora conheça alguns dados sobre sua vida, em geral resultam bastante contraditórios, e tem diferenças de opinião em quanto a suas origens exatas. Posto que falava vários idiomas com total fluidez (e sem acento), ninguém estava seguro de sua procedência. 

Diz-se que falava onze línguas com perfeição (sem contar as línguas mortas, das que afirma ter conhecimento). 
Uns diziam que era espanhol, outros, que era alemão, italiano ou austríaco.

Acredita-se que nasceu nos finais do século XVII e que viveu ao longo de todo século XVIII. Perto de 90 anos.

Embora se tivéssemos em conta os rumores, poderia se estabelecer um grampo temporal muitíssimo mais amplo. Fazendo um cálculo rápido, haveria que adicionar ao mesmo um zero mais ao valor mencionado anteriormente, já que muitos estavam convencidos de que tinha uns novecentos anos, ou mil anos.
Isso, o que se havia reencarnado em numerosas ocasiões, sem esquecer suas vidas passadas.

O próprio Saint Germain, diz ser filho do príncipe Francisco Racozky da Transilvânia e sua primeira esposa, Tekely ou Tekely, em outras versões.

Também dizia ter dois irmãos de ideias muitos diferentes as suas, de quem decidiu desvincular-se. Mais existe quem coloque em dúvida essa afirmação, e outra teoria sugeria que era fruto das relações entre Ana de Neuburgo, rainha da Espanha e viúva de Carlos II, e Juan Tomas Enriquez de Cabrera, duque de Rioseco e Almirante de Castilla, a quem apelidavam o "banqueiro de Madrid". 
Existe outra afirmação do Conde que parece corroborar essas hipóteses, e se produziu durante uma de suas cenas na sociedade.

Contou-lhe a Madame de Genlis, durante sua estadia na França, que aos setes anos andava por um bosque com seu preceptor, porque lhe haviam colocado preço a sua cabeça, que sua mãe lhe havia amarrado seu retrato a um braço, e que essa havia sido a última vez que havia visto.

Se realmente era filho de Ana De Neuburgo, tinha certos direitos sobre o trono espanhol e possivelmente também sobre o polaco, o que haveria convertido em uma moléstia para outros indivíduos com aspirações regia e com poucos escrúpulos: algo que sem dúvida haveria motivado uma fuga precipitada.

A essa penosa fuga, lhe haveria seguido a um exílio forçoso em Florença, lugar no qual se haveria convertido em protegido dos Medicis, parentes de sua mãe, e haveria conhecido o mago Cosme Ruggieri, a quem o haveria iniciado no ocultismo e outras ciências. A partir de aqui, pouco se sabe com exatidão, salvo que viveram vários anos em diferentes cortes européias, mais também viajou para a Ásia, África e América do Sul (onde fez fortuna e encontrou diamantes de impressionante qualidade).


O HOMEM PERFEITO


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O Conde de Saint Germain era um gênio. 

Isso está fora de fora discussão. Nem a série Limitles, com suas pílulas que aumentavam o rendimento cerebral, haveria sonhado com semelhantes dons.

De fato, houve quem chegou a acusar-lo de ser um demônio, ou como mínimo de ter impactado com algo para obter suas impressionantes habilidades, que iam desde o plano físico ao espiritual, passando por sua presença imortalidade.

Mais o Conde era um homem bastante devoto, e assistia a missa de forma regular, pelo que muitos daqueles rumores foram silenciados, nenhuma dessas acusações pareciam o afetar, e em geral, as tomava com humor.

Outros não foram benevolentes, e chegaram a considerá-lo um dos maiores ser vergonhas da história; algo que, por outra parte, me parece terrivelmente injusto.

Entre as assombrosas capacidades atribuídas e esse homem, se poderiam citar os seguintes:

Os mais ortodoxos estão relacionadas com seu conhecimento musicais e artísticas. Em concreto, a música parece ter sido sua grande paixão durante muito tempo. Não somente chegou ao mais alto nível nesse sentido, mais que admitiu ter esgotado tudo quando se sabia sobre o tema.

Cantava, compôs, tocava vários instrumentos (de fato, era ambidestro, e seguramente tinha ouvido absoluto).

Enquanto a pintura, seus quadros poderiam ter competido com os de qualquer artistas conhecidos, e era capaz de fazer criticas construtivas dignas de elogio, e identificar obras com um acerto que deixava alucinados os entendidos na matéria.

A história e a política também formavam parte de seu interesse, e muitos chegaram a acreditar, por tudo que ele sabia que havia vivido em épocas pretéritas e havia conhecido pessoalmente a muitos personagens ilustres falecidos há séculos.

Se nos transladarmos aos terrenos da ciência pura, parece que dedicou principalmente à química (que aquele tempo ainda se considerava alquimia, mais o nível do Conde Saint Germain era tão elevado que parecia adiantado ao seu tempo) e também realizou certas incursões no campo da medicina. 

Suas contribuições à industria dos corantes foram muito grandes, e ofereceu seu serviço em favor do rei da França. 

Também conseguiu eliminar as impurezas dos diamantes, algo que o levou, inevitavelmente, a ficar no meio dos membros da elite política e social do país. 
Em concreto com o próprio Luiz XV, e e sobre tudo, com sua favorita, Madame de Pompadur, que além disso sentia predileção pelos personagens misteriosos.

A essas habilidades mas correntes, haveria que adicionar outras menos ortodoxas, relacionadas com o plano do ocultismo e a magia: bilocação, hipnotismo, viagens astrais, vidência, e inclusive, telepatia. Também afirmava poder contatar com diferentes entidades através dos espelhos catóptricos (tal e como fazia Jhon Dee) e se acredita que dominava os princípios da necromancia, das invocações e da materialização dos espíritos.

Alguns, inclusive dizem que tinha habilidades proféticas. O que é bastante claro es que Saint Germain conhecia as técnicas espirituais dos lamas tibetanos, e que tinha um conhecimento muito amplo de religiões antigas, devido a suas várias viagens.

Sobre tudo dos mistérios Egípcios.

A imortalidade é, talvez, a mas estranha de todas as capacidades que lhe foi atribuída. Se contar que bebia um elixir que lhe permitia abrandar o envelhecimento, e quase todos o descreve (se parecia igual à época no qual o conheceram como um homem de 40 o 45 anos, sem rugas na cara, de porte distinguido, e trato agradável.)

Um homem atrativo, elegante, e que graças a sua forma de vestir (com roupas escuras, embora de boa qualidade, e adornados com diamantes incrívelmente caros), resultava muito discreto.

Apenas comia durante as reuniões, bebia muito pouco, e não parecia ter interesses no trato carnal, algo que tratando-se com alguém de sua coeficiente intelectual, tampouco resulta surpreendente. 

Pelo visto, teve somente um par de relações, e não está claro que realmente passaram do plano platônico. Ele, ao menos, afirmava não tinha conhecido mulher (algo que também parecer ser um requisito de muitas práticas espirituais e mágicas), e me atreveria a dizer que não teve nada fácil para se manter célibe ou casto.

Com as virtudes, está claro que muitas das damas tiveram o prazer de tratar com ele, se haveria tratado tomado sem o duvidar.

De fato, uma jovem chamada Sthephanie du Crest, de treze anos, parecia estar muito apaixonada por ele, Saint Germain a tratava com carinho e decorou a sua admiradora, e lhe dava presentes, e embora encontrava divertidas o seu interesses, seguramente a coisa não foi aumentou (e a fé que ela tentou lhe convencer de todas as formas possíveis).

Como Compensação, lhe ofereceu a possibilidade de tomar um pouco de elixir quando fosse maior de idade, e assim prolongar sua juventude durante outra década (e o melhor disso é que muitos confirmaram esse fato).


O ELIXIR DA VIDA ETERNA E A ORDEM ROSACRUZ


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Este elixir é o elemento mais fantástico nesta história, mas ainda é algo... Factível. 

Pelo menos, certos antecedentes já existiam nessa substância, que parece ser um monopólio da Ordem Rosa-cruz (ordem secreta de tipo religioso e místico fundada por Cristian Rosa-cruz, divulgada ao redor do século XVII). No entanto, não se pode excluir que também tenha chegado às mãos da concorrência, uma vez que não existem poucas ordens secretas disputando o controle de assuntos políticos, econômicos e sociais. Acredita-se que Nicolás Flamel e sua esposa tenham descoberto a fórmula para reproduzi-la e, como você pode ver neste link, seus corpos nunca foram encontrados.

No que diz respeito ao funcionamento do Elixir, parece que ele diminuiu o metabolismo, envelhecendo muito mais devagar devido ao consumo mínimo de energia (razão pela qual também foi possível não comer, beber demais ou fazer muito exercício físico) e que se mais fosse administrado, permitia rejuvenescer de maneira controlada. De qualquer forma, não se tratava da imortalidade em si, pelo menos não estritamente falando, permitindo que aqueles que a adotavam não chamassem muita atenção. O referido Elixir também poderia ter sido usado como moeda ou como forma de controlar algumas figuras importantes da época, para as quais, convenientemente, eles transferiam certas doses em troca de favores, dinheiro, etc. o que permitiria à Ordem Rosa-cruz manter o controle de qualquer pessoa interessada no referido produto e, portanto, tornar-se um governo paralelo. Sim, nesse sentido, eles poderiam ser comparados aos Illuminati. 
Uma vez que os membros dessas seitas ou ordens secretas costumam possuir tecnologia e conhecimento vetados por mortais comuns, também não é uma idéia tão louca.
Alguém que também se gabava de manter um relacionamento próximo com o conde de Saint Germain era o conde Cagliostro. Atrevo-me a dizer que, na realidade, ele nunca gozou da amizade deles, ao contrário do que certas fontes afirmam. O conde Cagliostro não passava de um vigarista de Palermo, e entre suas atividades criminosas (além de escândalos sexuais, roubo ou chantagem) estava vendendo elixires supostamente milagrosos, que podem ter inicialmente intrigado Saint Germain. , como o resto da corte francesa. Infelizmente, e embora ele tenha sido dado como um homem místico, ele foi desmascarado e, anos depois, acabaria morrendo de acidente vascular cerebral na prisão.


DE ESPIAS, IMITADORES E INTERROGATÓRIOS


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O fato de o Conde de Saint Germain ter utilizado diferentes identidades secretas é bastante credível. No entanto, tantas idas e vindas, e tantos assuntos secretos relacionados à realeza, logo despertaram o interesse e a inveja de seus concorrentes. Não demorou muito para que imitadores começassem a aparecer, pagos por aqueles que queriam removê-lo da esfera política, e rumores, trotes e mentiras sobre ele começaram a circular por todo o reino da França. Se a execução de algumas das tarefas que lhe foram confiadas foi difícil, garantindo o sucesso de tais empreendimentos quando outros tentaram desacreditá-lo ou tirá-lo vantagem, deve ter sido uma tortura chinesa. Essas fofocas logo chegaram ao seu conhecimento e Saint Germain demonstrou um autocontrole admirável, possivelmente com meios mais do que suficientes para tirar os imitadores do mapa e esmagar seus inimigos, mas parece que ele tentou colocar a outra bochecha, mesmo quando uma reação negativa não seria apenas justa, mas aconselhável.
Ele deve ter pensado que seu trabalho era importante demais para se concentrar em eliminar aqueles que o impediam e que aqueles que o amavam nunca ficariam impressionados com uma série de mentiras. A realidade é que ele depositou mais fé no rei da França do que ele merecia e não tinha a firmeza de caráter necessária para enfrentar os intrigantes, que acabaram convencendo-o das intenções ocultas do conde.
E como os infortúnios nunca acontecem sozinhos, Saint Germain foi preso e interrogado na Inglaterra, por ordem do próprio embaixador francês, que alegou ter recebido a ordem de Luís XV. O embaixador francês era amigo de Casanova, um dos inimigos mais fortes do conde, e já havia sido contatado por ele anteriormente, de modo que a controvérsia foi atendida.
Especificamente, ele foi acusado de ter agido em nome do rei falsamente, e de interferir nos assuntos do estado para sua própria conveniência.
Mas o conde havia localizado outros companheiros da Ordem na Inglaterra, que também estavam bem colocados, e fizeram o possível para ajudá-lo.
Após o interrogatório, que geralmente não teve êxito, ele foi libertado. Aqueles que o interrogaram disseram que ele era um músico fabuloso, mas que "ele não parecia muito sensato".
De qualquer forma, outra teoria sugere que, na realidade, o duque de Choiseul queria que Saint Germain trabalhasse secretamente para ele e fosse capaz de se mover livremente pelas cortes européias, algo que não seria possível se ele não tivesse sido negado pelo rei da França. Dessa maneira, ele garantiu que outros o recebessem primeiro na Inglaterra e depois em Amsterdã. Isso, provavelmente feito sem o seu conhecimento ou permissão, foi capaz de convencer Saint Germain de que ele deveria se afastar daquele homem e construir uma nova vida, longe da França e longe de Chausel.
Não é de surpreender, portanto, que o conde, um pouco esgotado da política, retornasse o mais rápido possível aos seus estudos sobre corantes, onde continuaria a fornecer benefícios, desta vez para os holandeses.
Em 1762, ele foi para a Rússia, onde suas habilidades artísticas abriram as portas para um mundo muito mais benevolente. E é que o conde de Saint Germain tinha amigos poderosos em todos os lugares, embora ninguém soubesse como eles os conheciam.
A situação política do país, no entanto, era bastante instável, e há quem diga que esteve envolvido no triunfo da Revolução Russa contra Pedro III, embora não haja muitos dados que possam confirmar esse fato.
Tudo indica que ele estava na Rússia para assuntos relacionados à Ordem e que havia sido contratado para estabelecer outra filial rosacruz em São Petersburgo.
Depois de outra série de atividades que o levaram a passear pela Itália, em 1783, Saint Germain adoeceu. Sua saúde estava bastante deteriorada e os remédios que ele costumava usar não pareciam estar funcionando. Ele mal saiu do quarto e, embora tenha se recuperado por um tempo dos ataques de reunião, ele recidivou novamente. Ele acreditava que tinha que "curar a cabeça" e que o Elixir só melhoraria suas funções corporais, mas nada mais. Seu amigo, o príncipe de Hesse, o visitou nos últimos dias e reconheceu que ele parecia muito ruim e estava no limite de suas forças.
No final, ele testemunhou sua morte e afirmou que o conde estava plenamente ciente de tudo até o fim.

 O CONDE SAINT GERMAIN SE TORNOU UMA LENDA



Após sua morte, as suposições começaram. Eles procuraram seus pertences pessoais e logo descobriram que ele não havia deixado praticamente nada de valor para trás. Como se todos os seus pertences, riquezas, livros ocultos e documentos importantes tivessem sido transferidos com antecedência suficiente para outro lugar. Etapa antes de uma nova transferência? Quem sabe? E, como geralmente acontece nesses casos, muitos disseram convenientemente que seu túmulo estava vazio. Sem dúvida, uma despedida muito semelhante à de Nicolás Flamel e digna de um personagem tão misterioso.
Portanto, e a título de conclusão, deve-se notar que sua personalidade foi, durante toda a vida, o auge da contradição. Discreto e, por sua vez, impressionante, ascético e ao mesmo tempo imensamente rico, conselheiro honesto e amigo enigmático. Uma pessoa que desfrutou de grandes amizades e sofreu grandes traições, que alcançou incríveis triunfos e ao mesmo tempo, foi atingido por tremendas decepções, um homem que, apesar de acompanhado, parecia encontrar a paz em uma solidão auto-impostas.
Não havia ninguém mais afortunado e, ao mesmo tempo, tão infeliz na face da Terra, porque ele nunca conseguiu encontrar alguém que pudesse corresponder aos seus dons intelectuais, morais ou espirituais, e ninguém foi capaz de ganhar seu afeto e confiar cem por cento. .
No entanto, apesar das circunstâncias, parece que suas intenções eram nobres e ele estava apenas procurando melhorar a vida das pessoas. E me pergunto, é possível reunir qualidades tão excepcionais e ainda ser um homem justo, justo e honrado em um mundo como este?
Suponho que a resposta seja sim, se você é o conde de Saint Germain.
















Com a Informação Mithorya.

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