Como reconhecer uma assombração do fenômeno Poltergeist. | Resumo.


O fenômeno Poltergeist ( Em português fazer barulho) foi bem difundido por grandes filmes de Hollywood, porém poucos sabem como realmente eles são manifestos, abaixo algumas dicas de como distinguir esse fenômeno.

  • Sempre estão ligados a certos locais por tempo relativamente longo. Alguns deles se misturam aos aspectos pitorescos e folclóricos de certas casas de espetáculo, teatros, etc.
  • Apresentam visões de fantasmas, alguns diáfanos, outros suficientemente corporificados, a ponto de serem fotografados.
  • Apresentam, como característica importante, sons de gemidos, soluços ou vozes humanos, nítidas ou não.
  • Nem sempre apresentam um conjunto de manifestações objetivas com caráter nitidamente intencional, como acontece com os casos de RSPK.
  • Apresentam manifestações, na sua maioria, de natureza subjetiva.
  • Apresentam-se de modo tal que qualquer das suas múltiplas manifestações subjetivas nem sempre é vista, ao mesmo tempo, por todos os circunstantes.
  • Apresentam, em alguns casos, visões de fantasmas cujas características individuais, como vestimentas, posturas, e outros detalhes, são sempre as mesmas, apesar de tais visões serem observadas por pessoas diferentes e em épocas diferentes. Muitos fantasmas são vistos trajando roupas em moda há vários séculos. O confronto dos depoimentos das pessoas vítimas de Assombramento, gerações após gerações, revela que um mesmo tipo de fantasma, por exemplo, encontra-se como que ligado ao local assombrado. Bozzano acredita ser essa uma das características marcantes do fenômeno. Para ele, a fixação do Agente Theta (fantasma) a certos locais está na razão direta da intensidade daquilo que o referido estudioso classifica como monodeísmo (por anos e anos - afirma Bozzano - e até por séculos, o fantasma não consegue pensar noutra coisa a não ser no seu problema íntimo, nos dramas, nas vinganças, nos amores que viveu, tudo tendo como palco o local do Haunting.
  • Diferentemente dos casos de RSPK, não apresentaram, até hoje evidências seguras de que estejam ligados a uma pessoa, chamada de epicentro do fenômeno.