30 de dez. de 2019


No mundo todo em geral, é muito normal se ouvir um zumbido.
Isso pode ser causado pela agressão ao ouvido após um barulho muito alto como uma explosão, o uso de algum medicamento ou através do som produzido por algum equipamento eletro-mecânico.
Normalmente o zumbido é limitado em uma pequena área e apenas naquelas pessoas que estavam presentes juntos aos eventos mencionados.

Mas e se 2% da população de algum local ou cidade ouvissem um zumbido sem motivo aparente, onde o mesmo se iniciasse e terminasse sempre nos mesmos horários?
E se esse zumbido fosse tão chato que atrapalhasse a vida de algumas dessas pessoas impedindo até que tenham uma noite de sono tranquila, e mesmo em alguns casos, as levassem até o suicídio?

Então esse zumbido seria classificado como o "Taos Hum".
O "Taos Hum" é um som de baixa frequência, ouvido em lugares ermos de várias partes do mundo, principalmente nos Estados Unidos da América, no Reino Unido e em países do norte da Europa.
Ele é  indetectável ao microfone e à equipamentos eletrônicos dedicados à captação de ruídos.
Sua fonte é um mistério, e ninguém sabe de onde vem.

A oficialização da cidade de Taos (uma das cidades mais antigas do México, hoje pertencente aos Estados Unidos) se deu no ano de 1540, mas sua origem real se perde no tempo.
Taos é uma cidade mística. Lar do povo indígena Tiwa, essa cidade é ponto de encontro de Xamãs do mundo todo que se reúnem em congressos periódicos. Em 1991, o fenômeno do zumbido de Taos (Taos Hum) foi exposto ao mundo.
A imprensa na época apelidou aquele estranho zumbido, o qual muitas pessoas diziam que ouviam, de "Taos Hum (zumbido de Taos)".

Em seus estudos, constataram que 2% da população da cidade era afetada pelo zumbido.
Os Hummer’s, como foram chamados os afetados, fizeram exames médicos e quase todos, se não a maioria, não sofria de problemas auditivos.
Quando se achava que era um fenômeno limitado à cidade, eis que relatos aparecem em diversas regiões do planeta.
Locais como Suécia, Inglaterra e outros países Europeus, inclusive Japão, relataram problema semelhante.

Algumas explicações variam entre desordem da audição das pessoas que ouvem à uma espécie de quebra de ondas sonoras, mas ainda há a necessidade de provas que validem essas hipóteses.

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