As notas musicais provocam vibrações internas, porque os sons não entram apenas por seus ouvidos, mas por todas as células do seu corpo. Os ouvidos identificam, a mente decodifica e invade cada partícula de sua matéria.
Os pesquisadores dizem que a música de determinados compositores — Vivaldi, Bach, Haydn — provoca a sensação de bem-estar, e deve ser usada em terapias antiestresse.
Há experimentos que colocando as músicas de Johann Sebastian Bach num curral, as vacas produziram mais leite. Isso não é teoria.
Foto de Ilyuza Mingazova na Unsplash
Isso não acontece apenas porque essas músicas são suaves e belas, mas em razão das harmonias utilizadas, que provocam repercussões no mais íntimo das células. A música, qualquer que seja, vai além da avaliação mental, é orgânica, invasiva. Pode interferir em seus ritmos internos, até a pressão sanguínea pode ser alterada.
Os estudiosos dizem que certos ritmos primitivos como a música funk brasileira, levam à superexcitação negativa a ao afloramento de instintos primários. Não é por acaso que durante e depois dos bailes funk ocorre todo tipo de violência e crime.
Que se pode esperar de um ritmo destinado a fazer aflorar o pior?


Música ruim é coisa do tinhoso.
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