Mário de Andrade criou livremente um ritmo novo, para si e para o Brasil, alternando a sua vida espiritual e a do seu país. V
ivo ou morto, ele foi e continua a ser uma presença mais do que uma influência, um fator catalítico mais do que um agente de reações literárias: quando os estudos sobre essa grande figura estiverem adiantados, poderemos compreendê-lo melhor.
