19 de mar. de 2020


A crise do coronavírus apareceu na China em 31 de dezembro de 2019 e desde então se propagou em uma grande ascendência, sendo na Europa uns dos continentes mais afetados pelo COVID-19.

E logo se estendeu para outros países do Oriente Médio, onde muitíssimas pessoas foram afetadas pelo vírus, e vários turistas que estiveram em vários países viajando ou até mesmo por viagens de trabalhou foram infectados com vírus e após voltar ao seu país de origem infectaram outras pessoas. O vírus também chegou aos Estados Unidos e em pouco tempo começou a crescer rapidamente.

Inclusive o vírus chegou à América Latina, o primeiro país foi o Brasil, onde um senhor que estava de viagem a trabalho na Itália, esse senhor foi infectado pelo coronavírus e foi o primeiro brasileiro oficialmente em terras brasileira a ter o diagnosticar que estava infectado. Logo depois outros países latinos começaram a aparecer pessoas infectadas e em praticamente todos os continentes do globo houve caso do coronavírus.
Por isso colocamos nessa postagem as maiores doenças que houve no mundo.

 A VARÍOLA - MAIS DE 300 MILHÕES.

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A varíola é uma doença com a infecção muito mais grave do que as pessoas possa entender. O vírus da Varíola é da família Poxvírus, foi uma pandemia que mais causou mortes na história da humanidade e, além disso, deixou milhões de pessoas desfiguradas em vários países.
Basicamente, como muitos sabem, a varíola provoca a saída de numerosas pústulas que deixam uma marca indelével na pele.

A varíola até onde se sabe, é um vírus que somente afeta a humanos em sua variante, e sua transmissão é muito parecida a do Ébola: mediante fluídos corporais e contato direto. 

Essa pandemia foi conhecida deste muitos anos atrás, e acredita-se que apareceu em 10.000 a.C. Chegou a ser tão mortal que somente 30% dos afetados conseguiram sobreviver, morrendo pelas altas febres, desidratação e complicações derivadas. 

No século XVIII a varíola literalmente conseguiu dizimar populações. Além da sua letalidade, a varíola foi protagonista na história já que a primeira vacina foi criada por E. Jenner em 1796.

O SARAMPO - MAIS DE 200 MILHÕES.

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Outra das grandes doenças conhecida da história. O Sarampo como a rubéola e a catapora, é uma doença grave. Foi causador da segunda maior pandemia da história.
A morte causada por sarampo se deve a inflamação pulmonar ou meningite, o que deixa sequelas graves na maioria dos sobreviventes. 

O sarampo é um paramixovírus e se contagia mediante contato direto e pelo ar mediante as gotas do vapor que exalamos.

Mais precisamente, para combater essa doença normalmente vacinamos a nossos filhos com a vacina de viral triplo, também denominada SPR.  O sarampo não tem em si uma cura específica, no que ocorre com o ebola, o que podemos fazer é prevenir o contágio. 

A doença é conhecida a milhares de anos atrás e seu principal problema é alta taxa de contágio. Até o momento está controlada eficazmente a doença, matou mais de 200 milhões de pessoas e ainda não foi erradicada apesar dos esforços da OMS.

A GRIPE ESPANHOLA - ENTRE 50 E 100 MILHÕES.

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Essa bombástica pandemia foi uma mais graves da história moderna. Ao contrário das duas pandemias anteriores, no qual se entende que causaram a morte de centenas de milhões de pessoas ao longo dos séculos, a gripe espanhola acabou com a vida de entre 3% e 6% da população mundial, segundo é estimado, somente em alguns anos. 

Quer dizer, que entre 1918 e 1920 é calculado que morreu entre 50 a 100 milhões de pessoas ao longo do globo.

Como as pessoas suspeitaram, a Gripe Espanhola esteve muito relacionada com a primeira guerra mundial.

O termo não se deve se deve pela doença ter surgido na Espanha, como muitos pensam, mais a Espanha foi o primeiro a informar a sua população de sua existência e consequências, já que os outros países como a França ter tido os primeiros casos, censuravam a informação para evitar desmoralizar a sua população.

A PESTE NEGRA - QUASE 75 MILHÕES.

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Uma das pandemias mais conhecidas, devido a sua desagradável associação histórica com a idade média e séculos posteriores, é a Peste Negra.

Essa doença foi causada por Yersina pestis, que é uma bactéria, não um vírus e um agente ainda ativo nas populações pequenas em regiões rurais.

Seus principais sintomas são bolhas enormes provocadas pela bactéria, muito desagradável. Yersina pestis é transmitida mediante vetores tais como as pulgas, embora em seu momento acreditava-se que eram os "humores" e fluídos vaporosos das transmissões. 

Mais o segredo se encontrava nos ratos,  que eram pragas nas cidades medievais e que é o reservatório perfeito para essa cepa.

A Peste Negra ou Bubônica foi à pandemia da peste mais letal da história, embora como pudesse comprovar, necessitou vários anos para que os estragos da Gripe Espanhola o superasse. 

Seu nome, essencialmente, vem das implicações sociais e históricas.
A Gripe Espanhola foi uma gota mais no mundo por ser uma calamidade que aumentava dia a dia. Mais a Peste Negra foi a provocação que necessitava a sociedade para revolucionar em uma época de mudanças.

As implicações sociais e históricas foram um fato tão sumamente importante como os 75 milhões de pessoas que morreram durante a metade do século XIV.

VÍRUS DA AIDS- MAIS DE 25 MILHÕES.

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 Esse vírus é a quinta pandemia mundial mais forte, e é parte da nossa história moderna. 

É também um grande e triste protagonista dentro da nossa cultura pop. Mais antes de tudo isso, é uma doença provocada por um retrovírus, e também uma das mais estudadas na atualidade. Foi descoberta por Luc Mantagnier na França e o que provoca, basicamente, que nosso sistema imunológico não funciona adequadamente.

Portanto, não é o vírus em si que provoca as consequências letais mais que destroem a capacidade do corpo se defender de outras doenças comuns e correntes de maneira que mais mínima infecção pode trazer a morte.

O HIV matou no mundo mais de 25 milhões de pessoas e atualmente ainda segue sendo um perigo. Por sorte somente pode ser transmitido mediante contato direto com mucosas ou de sangue, sua transmissão é mais difícil do que se parece.

Além disso existem certos tratamentos e algumas descobertas muito prometedoras para melhorar a qualidade de vida ou inclusive tratar a infecção, embora atualmente não exista nenhuma cura definitiva conhecida. 

Outro detalhe muito curioso é que o vírus poderia ter uma origem artificial, de laboratório. Ainda mais chamativo é que existe todo um movimento, muito perigoso, de pessoas que negam o HIV que afirmam que esse vírus não existe e é uma invenção da indústria farmacêutica. 

A PRAGA DE JUSTINIANO - UNS 25 MILHÕES.

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Essa pandemia como seu nome indica, começou pelo século VI, no Império Bizantino. Embora não se tem a certeza absoluta, provavelmente a peste foi causada por uma cepa de Yersinia pestis, a mesma bactéria causadora da Peste Bubônica ou Peste Negra.

As últimas investigações, de fato, relacionam abertamente ambas os organismos, podendo ser inclusive o mesmo da mesma linha genética. 

Hipótese a parte, o correto é que é uma pandemia, se estendeu por todo o império.
Além disso, é bastante difícil dar uma estimativa, a Praga de Justiniano provavelmente matou quase 25 milhões de pessoas no mediterrâneo até que mitigou por fim no século VIII, e chegou a destruir até a quarta parte de toda sua população.

A TERCEIRA PANDEMIA - UNS 12 MILHÕES.

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A terceira pandemia da peste bubônica que começou na província de Yunnan na China no século XIX. Essa pandemia esteve ativa até 1959 e provocou em alguns anos a morte de mais de 12 milhões de pessoas. 

Como vemos, Yersinia pestis segue sendo a grande protagonista das pandemias, tendo estado presente em numerosas ocasiões e ao longo do mundo. 

Nesta ocasião foi a vez da Ásia, onde na Manchúria e na Mongólia foram as regiões mais castigadas pela pandemia.

TIFUS - UNS 4 MILHÕES.

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O tifus, não as febres tifóides, provocadas pelo gênero Rickettsia e supõe umas das pandemias atuais. Transmitidas por vetores como os insetos e outros artrópodes (todos os tifus provocam febre altas, precipitando e outras séries de desagradáveis consequências. 

Normalmente afeta populações rurais ou muito isoladas devido aos vetores principais a seus reservatórios de animais.

 Embora o tifus matou mais de 4 milhões de pessoas ao longo de sua história, não supõe um perigo muito presente no mundo moderno.

A CÓLERA - UNS TRÊS MILHÕES.

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A cólera humana que também é uma doença muito estendida, a cólera é causada pelo Vibrio cholerae, uma bactérica. Além de febre e dor abdominal, a cólera somente mata aos afetados devido essencialmente à desidratação que em muitos casos é praticamente impossível de parar devido a velocidade na qual se perde água devido a diarreia.

 Sem dúvida vão lembrar do surto do Haiti ou outros mais modernos. Para conseguir parar a Cólera  é tratada com cuidados especiais aos alimentos e a água, principais focos de infecção. 

A Cólera conta com três grandes pandemias, ocorridas no século XIX e epidemias muito extensas no século XX, cuja soma total supera os três milhões de mortos.

  A GRIPE DE HONG KONG - QUASE UM MILHÃO.

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Uma pandemia de gripe causada muito provavelmente por uma variação da Gripe A H3N2. Essa variante apareceu durante o verão, foi uma cepa que se propagou em muito pouco tempo por todo mundo seguindo as mesmas linhas de difusão que chamava febre asiática de 1957. 

Essa pandemia de gripe levou a morte quase um milhão de pessoas em muito pouco tempo.

OUTRAS DOENÇAS.

Por enquanto não somente as pandemias levaram a morte milhares de pessoas. De fato, esse surto epidêmico de ebola levou mais de 3.900 mortos contabilizados e mais de 8.000 infectados.

Mais também nos lembramos da epidemia, que não foi uma pandemia, de gripe aviária que causou rebuliços durante alguns anos, o problema de intoxicação devido supostamente a uns pepinos espanhóis contaminados por Escherichia (coisa que não foi igual) a gripe dos porcos, causada pelo o influenzavírus do subtipo H1N1..

A mesma febre tifóide a causada pela Salmonela typhi também causou estragos em Atenas há vários milênios. 

No caso é que a diferença dessas dez pandemias que analisamos, tem que estar muito claro que o ebola, que apareceu nos últimos anos, não constitui uma pandemia e provavelmente não seja nunca.

 














Com a Informação Hipertextual.

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