9 de fev. de 2020


Esse incidente ocorrido em uma região remota e isolada do Brasil é um dos casos de ufologia que envolve um grande número de fatores e elementos, que simplesmente o tornam tão único quanto assustador. De simples avistamentos a uma onda; da interação à qual as testemunhas são expostas quando perturbadas pela presença invasiva de Óvnis estranhos que lançam raios e deixam cicatrizes para quem os encontra, para entrar em contato com sua tripulação; desde a intervenção militar até a suspeita de silenciamento e assassinato de uma das principais testemunhas. O caso apresenta extensa documentação e uma investigação oficial realizada sobre os fatos.
 A onda A ilha de Colares está localizada na foz da Amazônia, no que é conhecido como "Delta do Amazonas", no estado brasileiro do Pará. Lá, a coisa ficou realmente feia em 1977. Aconteceu que os habitantes começaram a relatar uma quantidade abundante de avistamentos de OVNIs de vários tipos, luzes esféricas, cilindros, pires, cones, etc. Mas o assunto não parou por aí. Em muitos casos, os nativos aterrorizados relataram que os objetos luminosos apareceram do nada e lançaram a eles uma espécie de raio de luz que, segundo as testemunhas, lhes dava a sensação de que seu sangue estava sendo sugado. Dessa maneira, as pessoas chamavam essa "chupa desagradável" de fenômeno desagradável.
 Os habitantes também relataram que eram continuamente incomodados ou seguidos por essas luzes, que não os deixavam sozinhos em lugar algum, nem dentro de suas casas, nem na igreja da vila, que era o local para onde os paroquianos fugiam, acreditando que iriam Encontre segurança, mas eles não a encontraram.  


MARCAS E CICATRIZES

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 Uma das pessoas que tiveram que viver a tragédia em sua própria carne foi o então jovem médico brasileira Wellaide Cecim Carvalho, que se dedicou a atender os muitos pacientes que chegavam com queimaduras no pescoço ou no peito, principalmente no pescoço. Dr. Wellaide lembra de ter atendido cerca de 35 ou 40 pacientes. Segundo o médico, os pacientes apresentaram um sentimento de fraqueza ao ponto de acharem difícil caminhar. Os pacientes também tiveram queimaduras com necrose apenas alguns minutos após terem sofrido um ataque por OVNI, com necrose em queimaduras normais ocorrendo cerca de 96 horas após a queimadura. Além das queimaduras, as vítimas têm pequenos buracos nos setores queimados. Da mesma forma, os hemogramas dos pacientes mostraram uma forte diminuição nos eritrócitos e na hemoglobina, ou seja, anemia. Wellaide também relatou um avistamento que teve, de um objeto metálico na forma de um cone truncado que atravessava o centro da cidade a uma altitude muito baixa um dia por volta das 17h. Lembre-se também do Dr. Wellaide que dentro do aparelho voador, um pequeno ser podia ser visto, com uma altura de 1,2 a 1,3 metros. Segundo o Dr. Wellaide, dois dos pacientes que ela tratou morreram devido a esses ataques. A Dra. Lembra que, quando ela recebeu os dois certificados de óbito, eles disseram que a causa da morte era desconhecida. Ambos tinham queimaduras e buracos característicos dos ataques de OVNIs.
 O que aconteceu depois é que a Força Aérea, pressionada diante da situação dramática que estava sendo vivida em Colares, foi forçada a enviar, dentro das atividades da “Placa de Operação”, a um grupo de militares para investigar o que estava acontecendo em Colares. e seus arredores. No entanto, os militares chegaram 90 dias após o clímax da tragédia, quando Colares já havia sido abandonado por quase todos os seus habitantes assustados. Operação Platão Do ponto de vista oficial, em maio de 2004, foi realizada uma reunião entre vários generais de alto escalão da Força Aérea Brasileira com vários ufologistas brasileiros liderados por Ademar Gevaerd. Os militares entregaram alguns arquivos coletados durante o curso da "Operação Prato", para descarte e análise dos ufólogos. Segundo os documentos divulgados, em 1977 os militares tiraram fotos dos OVNIs, entrevistaram testemunhas e tiveram encontros próximos, fazendo desenhos dos objetos e suas trajetórias.

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  Os principais objetivos da operação foram:


 1°  Reunir o maior número possível de testemunhos sobre a presença das luzes e objetos avistados que desencadearam o terror na população local. 

 Usando a mais recente tecnologia disponível em fotografia e vídeo, registre Óvnis (chamados chupa-chupa) na selva.

  Estabeleça, se possível, um contato coordenado com as inteligências por trás do fenômeno.

 O comandante do grupo de estudo era um militar que, segundo Gevaerd, era inicialmente cético e pretendia desmistificar o assunto e explicá-lo de maneira prosaica. No entanto, com o passar das semanas, sua opinião mudou até que ele percebeu que algo sério estava acontecendo no local. O nome desse soldado era o coronel Uyrange Hollanda Lima. De acordo com uma entrevista com Hollanda pela Revista Brasileira de Ufologia, os habitantes locais frequentemente filmavam OVNIs. Nas palavras de Hollanda: “Sempre dissemos a eles: não atire neles, não atire neles. Uma vez, uma luz forte tinha sido apontada para um carpinteiro. O homem tinha cerca de 50 ou 60 anos. Ele pegou seu rifle e atirou no disco voador. A luz o cercou e ele caiu no chão, quase paralisado. Durante 15 dias, o carpinteiro mal conseguiu se mexer. Ele podia falar e ouvir, mas achou difícil se mexer. Segundo Gevaerd, as últimas histórias do coronel consistiram em dizer que ele, junto com um parceiro, teve um contato fugaz com uma das tripulações de OVNIs. Como ele relatou, o tripulante saiu do OVNI e ficou na frente dos dois soldados, olhou-os silenciosamente nos olhos e depois voltou para o dirigível. Hollanda menciona que, quando fez o relatório militar sobre esse contato com o humanóide, a Força Aérea Brasileira encerrou imediatamente a Operação Platão e manteve os arquivos da operação (esses eventos relatados por Hollanda obviamente NÃO aparecem nos arquivos lançado em 2004). Aparentemente, essas declarações de Hollanda significaram uma campanha de descrédito, o que não me surpreende muito. De fato, a própria Dra. Wellaide relata ter recebido pressões dos militares: Documento OVNI Desclassificado - Operação Prato (102,3 MiB, 822 ocorrências) Descrição do arquivo: Arquivo desclassificado pela Força Aérea Brasileira mostrando relatórios e relatórios sobre casos aconteceram na época, incluindo o incidente da ilha de Colares. “Fui forçado pela Força Aérea Brasileira a convencer os habitantes locais de que as luzes que os atacavam eram alucinações coletivas e que o que haviam visto nunca havia acontecido”, diz Wellaide. Apesar de todas as pressões, o Dr. Wellaide não cedeu às pressões dos militares.
  Tempo depois de fazer essas declarações controversas, Hollanda foi encontrado enforcado no quarto de sua casa em Cabo Frio. Muitos suspeitam que ele tenha sido "silenciado", outros que sofreram de uma grande depressão que o levou a tirar a própria vida. Afinal, a cena se repete em casos semelhantes, relacionados a testemunhas de eventos ufológicos que falaram demais. E mesmo se ele realmente cometeu suicídio, a questão permanece se ele o fez, porque ele não aguentou tanto tempo, desde sua aposentadoria em 1992, com os eventos anômalos que experimentou na Amazônia.

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Investigadores O incidente foi inicialmente estudado pelo ufólogo e filósofo brasileiro Daniel Rebisso Giese, que fez um relatório sobre os incidentes. Em 1988, o ufólogo e cientista francês Jacques Vallee viajou ao Brasil para investigar as histórias de pessoas que foram feridas por OVNIs e outras histórias da ufologia brasileira. Vallee se encontrou com várias pessoas, incluindo a Dra. Wellaide Carvalho. Suas conclusões sobre o que foi investigado no Brasil foram que esses tipos de incidentes não eram incomuns e que mereciam um estudo científico. Outro pesquisador fortemente interessado, além do Gevaerd acima mencionado, foi o americano Bob Pratt. Conclusões O caso da Ilha de Colares parece representar um golpe para as hipóteses "psicossociais", que geralmente tendem a descartar as extraordinárias histórias de OVNIs, pré-julgando-as uma contaminação da mídia que, segundo eles, distorceria as histórias a ponto de fazê-las parecer enigmáticas . Nesse caso, a ocorrência de contaminação da mídia em 1977 no meio de uma população isolada do mundo ocidental é bastante difícil, além do fato de que a quantidade de evidências de danos fisiológicos associados aos depoimentos apoiaria os relatos de avistamentos de OVNIs na mesma área. e no mesmo período de tempo. Se adicionarmos a isso a preocupação militar ou governamental de investigar e ocultar os fatos, teremos um caso formidável que inclui evidências físicas e várias testemunhas. Físicos de partículas, físicos quânticos e outros estudantes de física ultramoderna geralmente testam suas hipóteses controversas sob condições extremas, nas quais as leis da física não são as da vida cotidiana, por exemplo, dentro de grandes aceleradores de partículas , onde as partículas são submetidas a choques a velocidades muito altas, que tentam imitar as condições extremas existentes em um buraco negro ou no começo do universo, no momento seguinte ao Big Bang. É nessas condições extremas, onde as controversas hipóteses ou teorias são finalmente confirmadas, ou então mordem a poeira.

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No campo da ufologia, parece que os incidentes da ilha de Colares são um setor de condições extremas, ou seja, onde existe um contexto social de alta pobreza e isolamento da sociedade ocidental, onde também existe uma situação limite e repetitiva , isto é, muitos OVNIs que causam danos fisiológicos a muitas pessoas e, por outro lado, confirmaram oficialmente a intervenção militar. É uma situação ufológica extrema, em que a hipótese psicossocial cai alto.
 Minha opinião é que a ufologia da Amazônia parece apontar para o fato de que a solução do verdadeiro quebra-cabeça de OVNI é precisamente a explicação extraterrestre, descartando outras hipóteses explicativas. A história UFO da região amazônica é muito mais ampla do que a relatada neste artigo do MysteryPlanet.com.ar, o leitor interessado encontrará muitas fronteiras adicionais se estudar esta parte da história da ufologia em mais detalhes.
















Com a Informação uubr.

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