O estágio superior do foguete atingirá a Lua perto da Cratera Einstein na quarta-feira, deverá colidir com a superfície lunar a 8.700 km/h (sete vezes a velocidade do som).
Esta será a segunda vez que algo assim acontece nos últimos quatro anos – em 2022, uma seção de um foguete chinês impactou o lado oculto da Lua.
Essas colisões podem ser frequentemente evitadas com um pouco de planejamento prévio. Após concluírem suas missões, os estágios de foguetes usados podem receber uma pequena queima final para colocá-los em órbita ao redor do Sol, impedindo que colidam acidentalmente com a Lua ou que retornem à Terra.
Após a colisão, uma nova cratera será formada na Lua e a pluma de material ejetado se estenderá pelo espaço, sendo visível para astrônomos na Terra por um bom tempo.
Os cientistas esperam usar o evento para ajudar a determinar o risco que tais impactos representarão para uma futura presença humana na Lua – obviamente, não é ideal ter grandes partes de foguetes caindo do céu.
No futuro, poderá ser necessário rastrear detritos espaciais para detectar possíveis impactos lunares e para que agências e empresas espaciais garantam que seus foguetes não representem um risco para postos avançados tripulados.
