Em 1992, dois alpinistas que partiram para escalar os Alpes Suíços nunca retornaram, dando origem a um mistério que se estendeu por décadas.
O que parecia ser o início de uma aventura emocionante, para os dois homens — que tinham 39 e 41 anos na época — foi uma expedição da qual jamais retornaram, suas jovens vidas foram interrompidas por uma tragédia.
Sem que nenhum vestígio fosse encontrado, o destino final dos dois homens permanecia um mistério.
Mais de 30 anos após o desaparecimento, o recuo de uma geleira revelou dois corpos que foram identificados como sendo dos dois alpinistas desaparecidos.
Os restos mortais foram encontrados por acaso, quando outro alpinista os deparou com eles no glaciar Trift, ao sul da cidade de Lucerna.
Quando as autoridades recuperaram os corpos, conseguiram determinar, por meio de testes de DNA, que se tratava, de fato, dos restos mortais dos dois alpinistas desaparecidos em 1992.
Provavelmente não seriam descobertos se não fosse pelo recuo do glaciar.
Estes não são os únicos alpinistas desaparecidos encontrados nos Alpes nos últimos anos como resultado das mudanças climáticas – até mesmo os destroços de um avião que caiu no glaciar Aletsch em 1968 foram recuperados devido ao derretimento do gelo.
Infelizmente é provável que ainda existam restos mortais de outros alpinistas desaparecidos escondidos nas montanhas, preservados sob o gelo e a neve, esperando para serem encontrados.
