julho 06, 2019
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Nos últimos anos muitas pessoas têm reparado em veículos que ostentam um curioso aviso em forma até de advertência: “Cuidado: em caso de arrebatamento, este veículo ficará desgovernado”. E, assim, muitas pessoas acabaram ficando curiosas sobre o que seria o arrebatamento. O primeiro fato é que estamos falando de um assunto religioso monoteísta muito forte, de enorme densidade.


O arrebatamento é um conceito que está presente em algumas interpretações das escatologias cristã e islâmica, inclusive o dispensacionalismo, criadas a partir do século 19, cujo pontapé inicial foi dado pelo ministro anglicano John Nelson Darby. É uma interpretação de vários livros bíblicos, como, por exemplo, o Apocalipse, livro da revelação dada ao apóstolo João sobre o futuro da humanidade. Trata-se de um momento no qual Jesus resgataria os salvos para a Nova Jerusalém, deixando na Terra os demais seres humanos que não o aceitaram como salvador.

De acordo com a maioria das pessoas que advogam essa tese, após o arrebatamento, haverá um grande caos na terra durante sete anos (três anos e meio de falsa paz e três anos e meio de guerras), com o governo do Anticristo (líder político mundial), do falso profeta (líder religioso ecumênico) e da Besta (o deus da religião do futuro). Esse período é chamado de “Grande Tribulação”. Após os sete anos, Jesus voltaria novamente junto com os salvos para reinar no nosso planeta por mil anos. Após o milênio irá acontecer o Juízo Final e a construção do “novo céu” e da “nova Terra”.


Para quem ainda não compreendeu, o arrebatamento seria o ato de ir para o Paraíso Celeste (o Céu religioso) sem passar pelo processo de morte do corpo e desprendimento da alma. Assim, na cultura católica há vários personagens que teriam sido arrebatados – foram para o céu em corpo físico. No Islamismo, de acordo com as tradições, tanto Maomé, como Abraão, teriam sido arrebatados aos Céus por terem sido enormemente misericordiosos aos olhos de Deus.

Continuando o assunto...
Segundo algumas interpretações de certas passagens bíblicas – tais como Primeira Epístola aos Tessalonicenses 4, 13-17, I Corintios 15, 51-52 e Mateus 24, 40-41 –, alguns textos bíblicos apresentam esta doutrina como uma realidade que impulsiona a fé e a esperança de um futuro sem dores, tristeza e morte. Essa seria a grande verdade, pois todos os cristãos têm uma esperança bendita da manifestação da glória de Deus. No Antigo Testamento também se refere ao arrebatamento de Elias, não sendo muito claro o significado deste acontecimento.

A exegese católica não crê em um arrebatamento nestes termos e tampouco nos mil anos literalmente falando que, para a mesma, consistiriam no lapso de tempo entre a ascensão de Jesus e os tempos em que vivemos, mas na Parusia, que é a segunda vinda de Jesus Cristo no final dos tempos e sua manifestação gloriosa ao mundo para julgar pessoalmente cada homem segundo sua fé e obras e a história humana. Os justos seriam salvos e gozariam a vida eterna, a criação será renovada e os maus condenados à eternidade sem Deus, que é o inferno.


O conceito popularizou-se em anos recentes, tanto pelo avanço do esforço missionário pentecostal quanto pela difusão de obras que tentam divulgar esse conceito, das quais a mais notável é a série “Deixados para trás”.

Na teologia protestante, a que mais prega o conceito de arrebatamento de qualquer ser humano que esteja bem-visto aos olhos de Deus, acredita-se que Jesus já veio, morreu e reviveu e virá para buscar a igreja, porém antes desta segunda vida relatada na Bíblia, haverá o grande arrebatamento da igreja, que será a subida do Espírito Santo, e em seguida os selos serão desatados e as trombetas tocarão e começará o grande Apocalipse, e esta é a teoria mais originalizada dentro da Bíblia.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Macaco-de-loys: fato, farsa ou erro de identificação?!

Hoje vamos falar sobre uma história interessante e no mínimo curiosa envolvendo a região amazônica, na América do Sul. Uma criatura possivelmente descoberta e que ligaria todas as histórias envolvendo o Homem e os macacos, o Pé-grande, o Yeti etc. O macaco-de-loys ou Ameranthropoides loysi (nome científico não oficial) foi uma estranha criatura semelhante a um macaco foi morta a tiros em 1917, na fronteira entre a Venezuela e a Colômbia pelo geólogo suíço François de Loys. A criatura era semelhante a um hominídeo, não tinha rabo como um macaco, possuía 32 dentes e tinha aproximadamente de 1m65 de altura.


Suposto encontro com a criatura...
François de Loys conduzia uma expedição em busca de petróleo próximo ao Rio Tarra e o Lago Maracaibo, quando duas criaturas avançaram em direção do seu grupo. No intuito de se defender, Loys disparou contra as criaturas. O macho correu em direção à selva e a fêmea foi atingida e morta. A criatura foi fotografada e as fotos foram guardadas por Loys.

Publicação da foto...
François de Loys não revelou a mais ninguém sobre a criatura quando retornou à Suíça. Mas em 1929 o antropólogo George Montadon, que estava procurando informações nas anotações de Loys sobre tribos indígenas da América do Sul descobriu a foto e convenceu Loys a publicá-la num jornal inglês. Mais tarde, várias matérias foram publicadas em França sobre a misteriosa criatura e George Montadon propôs o seu nome científico à Academia Francesa das Ciências.


Discordância com a “nova criatura”...
A existência do Ameranthropoides loysi nunca foi comprovada ou aceita pela comunidade científica. Loys foi muitas vezes criticado por Arthur Keith, um intelectual britânico. Não é possível saber o tamanho do macaco-de-loys pela fotografia. O criptozoologista Ivan Terrance Sanderson também defende que o macaco-de-loys era apenas um macaco-aranha (fotos abaixo).



Aquela criatura poderia ser a explicação para o registo visual de criaturas como yeti, sasquatsh e mapinguary. Anos mais tarde, a comunidade científica entrou em acordo de que o macaco-de-loys era apenas um macaco-aranha que teve seu rabo cortado. No entanto é estranho encontrar um macaco-aranha tão grande. Alguns cientistas defendem que o macaco-de-loys é uma espécie exótica de macaco-aranha.

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