Parece que existem nesse mundo certos objetos que atraem para si lendas e histórias fantásticas.

Seja qual for o motivo, forças sobrenaturais, espíritos, entidades, ou maldições parecem gravitar ao redor desses itens, impregnando cada um deles com algo estranho que desafia nossa capacidade de explicar e compreender. Um desses objetos impressionantes surgiu há alguns anos em uma popular página de vendas da internet e imediatamente mexeu com a imaginação das pessoas com histórias sobre estranhos incidentes ao seu redor. E ela continua gerando narrativas cada vez mais estranhas.

A história a respeito do que veio a ser conhecido como Caixa do Dybbuk (fala-se DAI-Buk), ganhou nos últimos anos o status de Lenda Urbana. Ela envolve uma velha caixa de madeira bastante arranhada e dilapidada, cujo passado sombrio foi apresentado por seu proprietário, Kevin Mannis um colecionador de antiguidades do Oregon. Imediatamente quando a história foi contada ela ganhou notoriedade entre os interessados pelo sobrenatural.

A caixa comprada por Mannis vinha acompanhada de uma história bizarra que ele ouviu do dono anterior. Segundo este, a caixa pertenceu originalmente a um importante rabino que a manteve por muitas gerações. Eventualmente ela acabou indo parar nas mãos da avó do dono original, uma sobrevivente do Holocausto. A avó foi a única sobrevivente da família, e com alguns outros judeus, ela conseguiu imigrar para a Espanha onde tomou posse da caixa. Ao que parece, a caixa havia sido comprada no final da década de 30 depois que a sinagoga onde ela era mantida foi incendiada. O protetor da caixa, o rabino em questão, foi morto e a maioria de seus bens confiscados. A caixa, por não parecer especialmente valiosa, acabou sendo vendida por uma ninharia, indo parar nas mãos de um negociante espanhol que a levou para a Galícia. Obviamente ele não tinha nenhuma ideia a respeito do que era a caixa e quando a guerra terminou, sabendo que se tratava de um objeto ligado a judeus, decidiu entregá-lo a mulher que professava essa fé.

Essa parte da história é curiosa uma vez que o comerciante não pediu nada em troca da caixa, simplesmente perguntou se a mulher era de origem judaica e quando ela confirmou, entregou-lhe o objeto dizendo: "Isto é para você, mas se tiver juízo vai mantê-la fechada para sempre".

Quando a mulher, então com 20 e poucos anos conseguiu documentos para imigrar para os Estados Unidos, levou consigo a caixa e a manteve por muitos anos como uma espécie de tesouro da família. Ela casou e constituiu família, se estabelecendo em New Jersey. A caixa sempre ficou guardada cuidadosamente, um mistério a respeito do qual ela evitava falar. Em 1992, a mulher já com idade avançada chamou sua filha e revelou a ela o que sabia a respeito da caixa.


"Essa é uma Caixa de Dybbuk, ouça com atenção pois você jamais deve abri-la", alertou com grande seriedade antes de prosseguir: "Um rabino aprisionou um espírito maligno chamado Dybbuk em seu interior muito tempo atrás. Esse espírito é uma espécie de Demônio, uma entidade maligna que só trará tristeza e sofrimento caso um dia consiga escapar. Eu mantenho essa caixa há muito tempo e agora chegou a sua vez que ficar com ela".

Quando a filha perguntou se aquilo era algum tipo de brincadeira a velha revelou como havia obtido a caixa e fez a filha prometer que o objeto seria mantido em segurança. A seriedade de suas palavras serviram para convencê-la de que aquilo não era simples excentricidade de uma velha, mas algo solene e de grande importância.

Finalmente a filha perguntou examinando a caixa: "Você já a abriu? Sabe o que existe no seu interior?"

Ao que a mulher respondeu consternada: "É por saber que eu lhe digo... nunca abra essa caixa" e lhe fez prometer que sua vontade seria obedecida.

O tempo passou, a guardiã da caixa morreu em 1995, e o objeto ficou em poder de sua filha por algum tempo. Em 2002 ela passou para as mãos de seu último dono na família, o homem que a vendeu para Kevin Mannis, após contar essa incrível história.

"Você nunca teve curiosidade de abrir?", Mannis quis saber depois de ouvir a história. O homem que trouxe a caixa até a pequena loja de antiquário no Oregon acenou negativamente:

"Eu nunca abri, é algo de família" ele explicou, "sinceramente eu não acredito nessas histórias, mas por uma questão de respeito jamais quis saber o que existe aí dentro", respondeu olhando a caixa que estava sobre a bancada da loja. "Pode ter qualquer coisa!" arriscou em seguida com um sorriso: "Ouro, prata, jóias... pode não ter nada".

"Pode ter o tal demônio", completou Mannis.

"Se você acredita nessas coisas...", ponderou o homem dando de ombros.

Apesar, ou talvez por causa da história sinistra, o antiquário acabou ficando com a caixa, intrigado com o que lhe foi relatado. Era afinal o tipo de história que "vende um objeto" e acabaria despertando a curiosidade de algum comprador em potencial. E não é isso que as lojas de antiguidade procuram? Algo diferente do normal, algo que atraia o comprador?

A caixa ficou em poder de Mannis por alguns dias enquanto ele debatia consigo mesmo a respeito do que fazer. O mais provável é que tivesse sido enganado pelo vendedor e a história não passasse de uma bobagem fabricada, na melhor das hipóteses uma superstição tola, na pior, estaria vazia, ou teria em seu interior alguma tolice.

Mannis era um bom antiquário e sabia avaliar objetos para determinar que a caixa era de fato antiga. A madeira era trabalhada e os símbolos em hebraico entalhados eram muito bem feitos, um trabalho cuidadoso de carpintaria. Além disso, os detalhes em bronze eram claramente de origem judaica, o que reforçava sua suspeita de que a caixa fosse um tipo de maleta usada por um rabino itinerante para carregar objetos religiosos. Estava claro que havia algo no interior da caixa, ao pegá-la era possível sentir um peso no interior, mas o que seria?

Em duas ocasiões Mannis esteve próximo de abrir a caixa, mas no último momento cedeu a um pressentimento inexplicável. "Bobagem! dizia a si mesmo. "Mas e se..." ponderava a seguir sem ser capaz de completar o argumento em contrário.  

Enfim, o antiquário decidiu que aquilo já havia ido longe demais e que se pretendia se manter no negócio de comercializar objetos antigos, tinha de afastar esse tipo de superstição barata em nome da praticidade. Usando um pequeno formão ele enfim rompeu o lacre de cera que mantinha a caixa lacrada, quebrando ao mesmo tempo a regra de jamais olhar o que existia no interior.

"Foi um tanto frustrante", contou depois de abrir a misteriosa caixa.

Ela continha uma coleção eclética de objetos variados, sem dúvida de origem judaica que incluíam um pequeno cálice de vinho em estanho, um pedaço de granito de 28 centímetros com a palavra hebraica "shalom" (que significa paz) talhada, um velho castiçal de bronze, duas moedas inglesas (pennies) da década de 1920 e os items mais curiosos, dois pequenos cachos de cabelos amarrados com corda. 

Mannis revirou a caixa em busca de mais algum objeto oculto e encontrou em uma reentrância um botão de rosa ressecada.


Como o próprio Mannis reconheceu mais tarde, ele ficou frustrado com o conteúdo da caixa. Nada daquilo era realmente valioso, embora os objetos fossem claramente antiguidades que podiam ser negociadas, não valiam tanto quanto ele havia pagado pela caixa.

Mas é a partir desse ponto que a história começa a ganhar contornos estranhos, construindo lentamente a fama da Caixa do Dybbuk como um objeto amaldiçoado.

"As coisas começaram lentamente!" conta o antiquário se recordando do que houve nas semanas seguintes.

O primeiro incidente ocorreu apenas dois dias depois da caixa ser aberta. Mannis havia saído para cuidar de alguns negócios e quando retornou descobriu a loja toda remexida, como se alguém tivesse jogado objetos e quebrado peças sem qualquer motivo. Uma vez que a vizinhança já havia reportado a ação de ladrões, ele não se importou muito com o ocorrido, muito embora nada tenha sido levado, nem mesmo dinheiro na caixa registradora. Uma das câmeras de segurança da loja simplesmente se desligou. Além disso, que tipo de ladrão seria capaz de arrombar a porta da frente sem quebrar a fechadura e sem causar nenhum dano a ela? O antiquário achou aquilo estranho, mas não encarou como algo relacionado com a Caixa do Dybbuk, esta aliás continuava no mesmo lugar em que ele a havia deixado.

Passaram-se duas semanas para que algo mais dramático acontecesse. Mannus conta que a instalação elétrica da loja, que havia passado por uma revisão recente começou a apresentar problemas com as lâmpadas acendendo e apagando sem ninguém por perto. Um técnico foi chamado e disse que tudo estava em ordem, mas no dia seguinte um atendente da loja contou aterrorizado que várias lâmpadas estouraram sozinhas.

Mannis continuava sem acreditar em alguma conexão daquilo com a Caixa do Dybbuk, mas então um incidente que ele próprio testemunhou fez com que suas convicções fossem colocadas em cheque. 

"Eu cheguei um dia cedo e abri a loja. Logo senti uma fragrância de jasmim no ar, como se alguém com um perfume muito forte tivesse estado ali poucos momentos antes, o que era impossível já que a loja estava fechada. Foi então que ouvi um som vindo do escritório que parecia com alguém xingando e reclamando num idioma que a princípio eu não identifiquei. Achei que podia ser um ladrão, talvez o mesmo que atacou semanas antes".

Mannis apanhou um objeto pesado e abriu a porta do escritório, encontrando o lugar vazio, mas um cheiro muito forte de jasmim. "Era um cheiro muito forte, quase insuportável!" contou lembrando do incidente. "Posteriormente também descobri que as palavras que ouvi eram ditas em hebraico, embora jamais tenha sido capaz de entender o que significava".

Eventualmente Mannis decidiu retirar a Caixa do Dybbuk de sua loja e a levou para casa de sua mãe onde pretendia deixá-la por algum tempo, ao menos até decidir o que fazer. Naquela mesma noite, depois de deixar a caixa lá, sua mãe sofreu um derrame e ficou cega. Ela sobreviveu à experiência mas implorou para que o filho levasse aquela coisa embora pois conseguia sentir a malevolência emanando ali dentro. 

Mannis acabou levando a Caixa do Dybbuk para sua própria casa. Ele começou a dar telefonemas procurando por um rabino que pudesse responder questões a respeito da caixa e quem sabe exorcizar a presença em seu interior. Naquela mesma noite, Mannis experimentou um pesadelo aterrorizante com uma mulher velha que tentava sufocá-lo. Ao acordar aos gritos, o cheiro de jasmim em seu quarto era quase insuportável, mais estranho ainda era o fato dele ter encontrado marcas de arranhões, mordidas e ferimentos ao redor do pescoço, exatamente onde, no pesadelo, a velha havia lhe agarrado.


Além desse pesadelo, Mannis começou a perceber figuras sombrias no canto da vista, como se formas fantasmagóricas estivessem espreitando na periferia de sua visão. À beira de um ataque de nervos, ele visitou duas sinagogas, mas os rabinos disseram não poder ajudá-lo. Um terceiro pediu para ver a caixa e depois de estudá-la disse que o objeto realmente era muito antigo e pertencia a crença judaica. O rabino entretanto, não estava familiarizado com o termo Dybbuk e portanto não poderia ajudá-lo com um exorcismo. Ainda assim ele garantiu que estudaria o caso e buscaria uma solução.

"Eu não posso simplesmente jogar a caixa fora?" perguntou o antiquário, para o que o rabino respondeu que não faria diferença e que poderia até ser pior pois dessa forma o espírito não poderia ser aprisionado novamente.

Finalmente Mannis surgiu com uma ideia no mínimo inusitada para lidar com a situação. Ele decidiu anunciar o objeto no site de vendas eBay, explicando como a caixa havia parado em suas mãos, bem como tudo o que sabia a respeito e também os fenômenos associados a ela. Na descrição do item à venda ele escreveu:

"Eu destruiria essa coisa imediatamente se imaginasse que isso terminaria com essa situação, mas tenho medo que isso torne tudo ainda pior. A verdade é que não sei com o que estou lidando e por isso gostaria que alguém com o devido conhecimento e entendimento ficasse com ela. Eu imagino que alguém que compreende desses assuntos possa se interessar. Se você for uma dessas pessoas, por favor, compre esse item e faça com ela o necessário para encerrar com essa presença maligna".      

Em 2003 um comprador chamado Iosif Nietzke arrematou o item pagando por ela meros 140 dólares e levando para casa a caixa, seu conteúdo estranho e qualquer maldição que a acompanhasse. Quase que imediatamente depois de ter adquirido a caixa, Nietzke começou a mencionar coisas estranhas acontecendo ao seu redor. Objetos eletrônicos apresentavam mal funcionamento, luzes piscavam e objetos pareciam sumir e reaparecer em lugares estranhos. Além disso, o estranho cheiro de jasmim (quase sufocante) podia ser sentido cada noite mais forte. Depois que uma surpreendente infestação de insetos se instalou nas paredes de sua casa, Nietzke achou que já havia experimentado o bastante de um objeto amaldiçoado. Ele resolveu então se livrar dela da mesma maneira que o dono anterior havia feito, colocando a caixa para venda no eBay.

Dessa vez a caixa foi comprada por alguém que não era um mero curioso no assunto, mas uma pessoa que podia jogar uma luz sobre a Caixa do Dybbuk. Jason Haxton era curador do museu da Universidade do Missouri e estudioso de objetos religiosos em Kirksville, Missouri.

  

Haxton não teve melhor sorte do que os donos anteriores no que diz respeito à maldição. Imediatamente depois de adquirir o objeto ele começou a sofrer com vários problemas de saúde com vergões, erupções na pele, crises de alergia, tosse, fatiga e problemas na garganta sem motivo aparente. Ele também mencionava um forte odor de jasmim e de urina de gato todas as manhãs no local onde a caixa ficava guardada. Haxton entrou em contato com Rebecca Edery, uma especialista em artefatos judaicos para estudar a caixa e ela determinou que ela era de fato uma relíquia judaica, possivelmente usada para aprisionar espíritos malignos. 

"As duas portas se abrem como um tipo de armário religioso, ou Aron HaKodesh, um receptáculo para os Manuscritos Sagrados da Torah. Objetos como esse eram usados por rabinos que tinham de sair da sinagoga para confortar alguém que não podia se locomover até o templo. A Torah era carregada ali dentro, portanto não era qualquer objeto. O aprisionamento de um espírito maligno dentro de um Aron HaKodesh fazia sentido já que ele poderia ser considerado sagrado por comportar a Torah. Uma manifestação espúria presa dentro dessa caixa ficaria impedida de escapar".

Haxton, que ainda é o dono da Caixa do Dybbuk, foi aconselhado a buscar o entendimento de outros rabinos para a realização de um ritual que prendesse o espírito novamente. Ele jamais mencionou detalhes de como, quando ou onde, mas tal ritual foi realizado em meados de 2011, com a ajuda de três rabinos ortodoxos que conseguiram exorcizar a presença e aprisioná-la na Caixa. Depois do ocorrido, Haxton se negou a falar a respeito do assunto e se desviou de todas as perguntas feitas a respeito, chegando ao ponto de se negar a participar de entrevistas e palestras. Na única vez em que concordou em falar sobre o assunto disse:

"Eu sou o guardião dessa caixa há sete anos, e nesse período experimentei diferentes sentimentos a respeito do que ela representa. Cada pessoa que deteve essa caixa conta a respeito de um sentimento de perda e alívio. Eu trabalhei com cientistas e cabalistas, ocultistas e especialistas em parapsicologia que puderam explicar um pouco a respeito do que ela é. Eu a mantenho comigo, lacrada em uma arca de acácia, sempre trancafiada. Isso acalmou seus efeitos e não tive mais problemas com ela. Estou satisfeito com o fato dela estar pacificada".


Mas isso não impediu que o objeto ganhasse enorme notoriedade. A Caixa do Dybbuk desde então se tornou uma espécie de fenômeno com sua estranha história sendo contada em numerosos artigos, livros e filmes, mais notavelmente "Possessão", dirigido por Sam Raimi em 2012. Ele também foi objeto de grande debate e discussão em fóruns da internet a ponto de se tornar uma espécie de lenda urbana. Mas até que ponto essa história é verdadeira? Bem, depende muito a quem você perguntar.

Os céticos são rápidos em apontar que a história possui uma série de buracos que carecem de verificação ou provas que jamais foram apresentadas. Tudo o que se tem são testemunhos de pessoas que alegadamente ficaram com a caixa por algum tempo. Além disso, a identidade de alguns dos alegados proprietários, como Iosif Nietzke e do vendedor original, jamais foram reveladas, o que pode significar que eles jamais existiram. O antiquário Kevin Mannis, que colocou a caixa à venda no eBay escreveu um livro a respeito de sua experiência sobrenatural, o que fez muitas pessoas levantarem a suposição de que tudo não passou de uma farsa criada para gerar interesse, construir um mito e faturar com a curiosidade alheia. Além disso, existe o argumento contra a existência de maldições e objetos amaldiçoados que não passariam de meras superstições e exagero.

Outras pessoas, com a mente mais aberta contemplam a possibilidade de que forças misteriosas existem e que podem ser capturadas em objetos, como no caso, uma caixa. Infelizmente as poucas informações que se tem a respeito da origem da caixa tornam muito difícil determinar quem teria conduzido o ritual para prender a tal entidade maligna. Existem tradições místicas cabalísticas que possuem elaborados rituais visando aprisionar e até controlar demônios, fazendo incidir sobre eles o Poder Divino. Mas que tipo de entidade seria essa? A respeito desse pormenor, o dono atual da Caixa do Dybbuk, Jason Haxton, deu sua opinião:

"Eu acredito que a caixa em si seja neutra - não é boa e nem má. Enquanto ela for mantida lacrada e isolada, afastada do alcance das pessoas, ela se manterá nesse estado de neutralidade e não poderá causar nenhum dano. O que ela encerra no seu interior é por definição algo maligno. Eu não sou capaz de definir o que é, e francamente nenhum dos especialistas soube dizer ao certo. O consenso, no entanto, é que ele está melhor preso do que livre. E se depender de mim, ele irá ficar preso para sempre!"

Embora tudo indique que a misteriosa Caixa do Dybbuk seja um objeto real, ainda existe muito debate a respeito de sua natureza. Ela seria um artefato místico usado para capturar uma entidade perversa ou não passaria de uma quinquilharia velha? Com o tempo, as histórias foram se multiplicando e outras Caixas de Dybbuk apareceram ao redor do mundo, cada qual com sua própria mitologia e associada a histórias aterrorizantes.

A verdade nesse objeto amaldiçoado parece fora de nosso alcance. Talvez, a única maneira de realmente saber se existe algo, além de mera superstição, seria abrir a caixa e deixar, seja lá o que está dentro dela, escapar, mas isso, poucas pessoas estariam dispostos a fazer.







Com a Informação Mundo Tentacular.

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