Após o alarme falso de ataque de mísseis contra o Havaí, a edição norte-americana Defence One analisou as consequências de um possível ataque nuclear contra o estado.

A análise foi realizada com a ajuda do programa Nukemap, desenvolvido no Instituto de Tecnologia Stevens.
No seu estudo, a edição preconiza a utilização uma bomba de 200 quilotons de TNT, escolhendo como epicentro de possível ataque a capital do Havaí, Honolulu, com uma população de 400 mil pessoas.
Segundo os cálculos, uma explosão a 600 metros de altitude mataria de uma vez 158 mil pessoas e feriria mais 173 mil. Um ataque destes destruiria quase 150 instituições educacionais e 30 hospitais.
A mídia sublinha que uma bomba detonada acima do terreno aumenta a força destrutiva da onda de choque. O diâmetro da bola de fogo atingiria cinco quilômetros.
Além disso, uma tal explosão seria agravada pelo relevo de Honolulu, pois a onda de choque seria refletida pelas montanhas que rodeiam a cidade. A mídia prevê também uma "tempestade de fogo" devido à existência de muitas construções de madeira.
De acordo com o especialista Timothy Jorgensen, citado pela Defence One, as autoridades erraram durante o alarme falso, ao chamar os habitantes a "buscarem imediatamente um abrigo".
Na opinião do especialista, em vez disso, as autoridades deveriam ter indicado a necessidade de se abastecer de comida e água. Jorgensen sublinhou que a radiação é tão perigosa como a própria explosão. Por isso, em caso de um ataque nuclear, as pessoas teriam que passar em abrigos muitos dias esperando a diminuição do nível de radiação.


Com a Informação Sputnik.

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