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Muitos já devem ter ouvido falar deles e certamente uma boa parte das pessoas acham que eles nada mais são que invenções de filmes de ficção científicas, mas a verdade é que os buracos negros são bem reais e bastante estranhos.
O QUE É E COMO ELE É FORMADO?
Um buraco negro é uma região do espaço da qual nada, nem mesmo partículas que se movem na velocidade da luz, podem escapar.  Este é o resultado da deformação do espaço-tempo, causada após o colapso gravitacional de uma estrela, com uma matéria astronomicamente maciça e, ao mesmo tempo, infinitamente compacta e que, logo depois, desaparecerá dando lugar ao que a Física chama de Singularidade, o coração de um buraco negro, onde o tempo para e o espaço deixa de existir. Um buraco negro começa a partir de uma superfície denominada horizonte de eventos, que marca a região a partir da qual não se pode mais voltar. O adjetivo negro em buraco negro se deve ao fato deste não refletir a nenhuma parte da luz que venha atingir seu horizonte de eventos, atuando assim como se fosse um corpo negro perfeito em termodinâmica.
A formação de um buraco negro acontece quando uma grande estrela morre e simplesmente é implodida, fazendo com que a sua densidade se torne infinita com o acúmulo da massa em um único ponto, quando um Buraco Negro se forma, pode continuar a crescer, absorvendo tudo que se encontra aos seus redores, através da absorção de outras estrelas e outros corpos do espaço, ele pode se fundir com outros buracos negros se tornando cada vez maior.
Buracos Negros tragam toda a matéria do espaço, e o que acontece com ela, ninguém sabe ao certo, é um dos mais sombrios enigmas do universo, tem uma incrível força gravitacional e também podem ser considerados “estrelas desintegradas”, ou a chave final da humanidade.
Quanto maiores e mais fortes as camadas de massa ou até objetos que o Buraco Negro engole mais força e gravidade aumentam, mesmo a distâncias imensas,  ele consegue sugar  e acumular energias para serem usadas eternamente.
QUAL O TAMANHO DELES?
Eles podem ser grandes, pequenos e também gigantes. De acordo com os entendidos da toda poderosa (e misteriosa) NASA, o menor deles pode ser do tamanho de um átomo, ou seja, extremamente minúsculo, mas com uma força devastadora. Já os chamados de “stellar” podem chegar a ter 20 vezes a massa do Sol.
Por último vêm os famosos “supermassivos”, que possuem a massa do sol, só que multiplicada por um milhão — no mínimo. Os cientistas dizem que praticamente todas as galáxias do universo abrigam um buraco negro supermassivo em seu centro. Para você ter ideia, a nossa Via Láctea abriga um “monstro” desse tipo, chamado de Sagittarius A (Falaremos disto em outro post aqui no M.I), cuja massa equivale a quatro milhões de sóis do nosso sistema.
Como sabemos que eles existem?
É praticamente impossível vê-los no espaço, afinal sem luz não há o que ver. Os astrônomos contam com equipamentos mirabolantes — como telescópios e afins — para chegar a alguma conclusão plausível sobre a localidade de um buraco negro. Então para enxergar um buraco negro é necessário observar a sua volta, pois devido a sua enorme gravidade ele faz com que tudo que tiver por perto sofra sua influência. Assim pode-se descobrir os lugares em que eles estão, mesmo não podendo os enxergar.


Com a Informação Mistério.

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