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A atriz de 45 anos que prefere que ser chamada de Manoush reside na Alemanha e já gastou 50.000 dólares em cirurgias plásticas para tentar conservar sua juventude.

Neste ano de 2017, ela deu mais um outro passo em sua intenção de deter o envelhecimento, algo que ela considera "uma doença", e há  três meses que se injeta uma bactéria de 3,5 milhões de anos.

A bactéria milenária, Bacillus F, foi descoberta no permafrost da Sibéria, na república russa de Iacútia ou Sakha, em 2009. Os cientistas que desbloquearam o seu ADN em 2015 destacaram que não mostra indícios de envelhecimento e poderia ser a chave para melhorar a saúde e aumentar a longevidade dos humanos.


Manoush, que desempenhou papéis em filmes de terror como "Cannibal", ou "Seed 2", recebeu a bactéria das mãos do cientista russo Anatoli Brushkov, mas ela se injeta sozinha na sua circulação sanguínea já que o procedimento é considerado experimental e nenhum médico se atreveria a injetar, pois poderia perder sua licença. Uma vez por mês, fazem exames de sangue nela e comparam com os exames anteriores.

A atriz afirma que nunca se sentiu melhor e que sua pele melhorou notavelmente. Ainda que tenha percebido que o procedimento não vai ajudá-la a rejuvenescer 20 anos, ela acredita que irá aumentar a sua longevidade, sendo capaz de viver até os 80 ou 90 anos.

Ela disse que "Minha pele é tão suave como a bunda de um bebê" e ela também atribui as injeções, o fato de que agora sofre menos resfriados.

Manoush não encontra apoio entre seus familiares, mas sim entre alguns amigos que a compreendem. Ela disse: "Quero morrer com o pleno funcionamento de minhas funções corporais e se isso ajuda, tudo terá valido a pena".

Anatoli Brushkov, quem lidera o departamento de Geo criogenia da Universidade Estatal de Moscou, se injetou o Bacillus F em 2015, mas agora afirma tomar por via oral e destaca resultados positivos, ainda que tenha frisado que aconselhou a Manoush, que não se injetasse em si mesma.

Brushkov afirma que a região onde acharam a bactéria, tem a fama de que os habitantes locais são os que mais vivem na Sibéria e explica que "eles consomem esta bactéria na água quando o permafrost se derrete e na água aparecem os microrganismos".


Ele disse: "Estes microrganismos possuem uma espécie de mecanismo surpreendente que os mantém vivos ao longo de milhões de anos. Imaginem se fôssemos capazes de utilizá-lo e prolongar nossas vidas por milhares de anos?".

Até a data, os únicos seres humanos que se aplicaram o Bacillus F foram Brushkov e Manoush. relatórios prévios teriam evidenciado efeitos positivos em casos de injeções em organismos vivos, como as células sanguíneas dos humanos, ratos e moscas da fruta. Brushkov tem certeza de que "temos em nossas mãos algo vivo na Terra que vive milhões de anos" e que "não deveríamos perder esta oportunidade".





Com a Informação Barcroft.

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