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Correspondência com amigo revela o que o genial cientista alemão achava da existência divina.

Uma série de cartas escritas por Albert Einstein ao seu amigo David Bohm, em 1951, dão pequenas pistas do que o maior físico da humanidade pensava a respeito de Deus.

Numa delas, Einstein fala sobre o vínculo que Bohm havia estabelecido entre a teoria quântica e a da Relatividade. “Devo confessar que não estou em condições de adivinhar como essa unificação poderia ocorrer”, afirma Einstein.


Em outra, escrita em 1954, Einstein se solidariza com as dificuldades teóricas que Bohm atravessava durante um complexo trabalho científico. “Se Deus criou o mundo, sua maior preocupação certamente não era facilitar nossa compreensão dele. Vejo isso com clareza há 50 anos”, ele afirmou.

Por último, uma outra carta, também de 1954, reflete a opinião de Einstein com relação ao fato de seu amigo Bohm se instalar no Estado de Israel, que havia sido fundado seis anos antes. “Israel é intelectualmente vivo e interessante, mas tem possibilidades muito reduzidas, e viajar para lá com a intenção de abandonar o país na primeira oportunidade seria lamentável”, ele opinou.

A casa Winners leiloará uma série de cartas nas quais Albert Einstein compartilha com seu amigo David Bohm várias reflexões sobre Deus, o Estado de Israel e assuntos relacionados à física. Elas foram escritas em inglês, entre 1951 e 1954.




Clarín.



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