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Um buraco que surgiu na atmosfera do Sol está ejetando fortes rajadas de vento solar para o espaço. O Observatório Solar Dynamics, da NASA, está monitorando a estrutura que neste momento, está bem de frente com a Terra:

Buraco coronal registrado em 06 de julho de 2017.
Créditos: NASA / SDO

Essa estrutura - chamada de buraco coronal - é uma região na atmosfera do Sol onde o campo magnético fica enfraquecido, permitindo o escape de vento solar.

O fluxo de vento solar que está escapando desse enorme buraco coronal deve encontrar com nosso planeta nesse fim de semana, entre os dias 8 e 9 de julho, podendo dar início a uma tempestade geomagnética de classe G1. Infelizmente, mesmo aqueles que estão próximo dos polos não terão a chance de vislumbrar o típico espetáculo de luzes que ocorre no céu durante essas tempestades solares, já que a Lua está chegando em sua fase Cheia, e seu brilho já está tomando conta do céu noturno.


Além disso, após vários dias de "Sol limpo", eis que surge uma nov mancha solar, que está emergindo do limbo leste do disco solar.

Mancha solar AR 2665 surgindo no limbo leste do disco solar.
Créditos: NASA / SDO / HMI


A mancha solar intitulada AR2665 tem um núcleo bem grande, com pelo menos duas vezes o tamanho da Terra, e está produzindo pequenas explosões solares de classe B, que são do tipo mais fraco da escala que mede a intensidade dessas explosões.


Segundo especialistas do clima espacial, a mancha solar AR2665, apesar de grande, pode ser a mais fraca do ciclo solar atual.


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