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O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, que inesperadamente deu uma entrevista aos jornalistas na véspera da cúpula dos chefes das chancelarias dos países membros da OTAN, declarou que a Aliança Atlântica irá discutir quais serão suas ações em resposta à "agressão russa".
"Finalmente, queremos discutir a posição da OTAN na Europa, em particular na Europa do Leste, em resposta à agressão russa na Ucrânia e outros lugares", disse Tillerson apresentando a agenda do encontro.
 Ele apontou que "está muito feliz por assistir a esse encontro em Bruxelas" que foi adiado para 31 de março para que ele pudesse assisti-lo.
O secretário de Estado lembrou que se irá tratar primeiramente da "existência de todos os recursos necessários para que a OTAN realize suas missões". "Em segundo lugar, queremos negociar meios para continuar o trabalho da OTAN no combate ao Daesh [organização terrorista proibida na Rússia], bem como outras ações antiterroristas que poderão ser realizados pela OTAN, e trazer a estabilidade ao Oriente Próximo", declarou.
Além disso, ele destacou que "não consideramos que a OTAN deva desempenhar sempre o papel principal no combate ao terrorismo. Esse papel será frequentemente desempenhado por outros, incluindo governos nacionais, a coalizão internacional e a União Europeia".
Moscou tem repetidamente declarado que a Rússia não é parte do conflito ou sujeito dos acordos sobre regulação da situação na Ucrânia, não presta apoio aos rebeldes e não envia suas tropas para Donbass. Ao mesmo tempo, Kiev continua acusando a Rússia de "agressão militar".


Sputnik.

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