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A professora Camille Paglia foi a primeira mulher a se declarar lésbica na conceituada Universidade de Yale. Declaradamente feminista e ateia, surpreende pelo discurso frontalmente contrário ao difundido em todo o mundo pelos ativistas LGBTI (lésbicas, gays, transexuais, bissexuais e intersexuais).
Segundo Giampaolo Rossi do jornal italiano ‘Il Giornale’, a professora Paglia está decidida a quebrar os estereótipos e dogmas mais comuns da ideologia de gênero.
Embora seja feminista, Paglia “despreza o feminismo contemporâneo”, pois em sua opinião ignora os movimentos feministas do começo do século XX e resume-se a “culpar os homens por tudo”.
Sua postura ganhou projeção por que, mesmo sendo uma ativista ateia, feminista e homossexual entende que “Os códigos morais são a civilização”. Completa ainda: “Sem eles, estaríamos angustiados pela barbárie caótica do sexo, da tirania e da natureza”.
Para ela, a homossexualidade e as tendências transgêneros são “uma forma de disfunção”, afinal, na natureza “existem apenas dois sexos biologicamente determinados”. As outras definições de gênero, assegura “são consequência de propaganda ideológica”.
“A homossexualidade não é normal; pelo contrário, é um desafio para o Estado”, enfatiza.
Entende ainda, como já fez o Colégio Americano de Pediatria, que os tratamentos e mutilações realizados em crianças que se dizem transgênero é apenas uma forma de “maltrato infantil”.
A intelectual diz que não há desculpa aceitável para os pais que, com a ajuda de médicos cúmplices, tentam mudar o sexo dos seus filhos para expressar “sentimentos transgênero”, que pode ser uma confusão típica da infância.
Ainda que negue a existência Deus, a professora Paglia admite que as religiões têm um papel histórico, principalmente o cristianismo: “Tenho um grande respeito pela religião, que considero uma fonte de valor psicológico infinitamente mais rica do que o estruturalismo eticamente insensato, que se tornou uma religião secular”.
A decadência do Ocidente, analisa, tem sido marca por movimentos como o LGTBI. Em sua opinião, “nada define melhor a decadência do Ocidente do que a nossa tolerância aberta à homossexualidade e à transexualidade”. Despreza o ativismo LGTBI, que considera  “barulhento, egoísta e doutrinário”, e emenda: “o ativismo gay é completamente desprovido de uma perspectiva filosófica”. 





Com informações de Actuall.

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