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Na quarta-feira (01) o Comitê Conjunto dos Chefes de Estado-Maior da Coreia do Sul, general Lee Sun-jin, entrou em contato com o seu homólogo norte-americano, general Joseph Dunford, para discutir a questão do deslocamento de armas estratégicas para o território sul-coreano.
Segundo a agência Yonhap, que cita a edição JCS, Lee fez essa solicitação em uma conversa telefônica com Dunford, devido à eventual ameaça do programa nuclear e dos testes de mísseis da Coreia do Norte.
Vale a pena destacar que a conversa aconteceu na véspera na primeira visita oficial do secretário da Defesa dos EUA, James Mattis, à Coreia do Sul, onde este se reuniu com o ministro da Defesa do país, Han Min-koo. Ambas as partes pretendem se focar na discussão da ameaça nuclear norte-coreana e na instalação do sistema antimíssil THAAD na Coreia do Sul.
De acordo com um comunicado da Casa Branca, em 29 de janeiro Donald Trump e o presidente da Coreia do Sul, Hwang Kyo-ahn, abordaram uma série de medidas de segurança para lidar com a possível ameaça da Coreia do Norte.
O sistema THAAD (Terminal High Altitude Area Defense) é projetado para intercepção de mísseis em alta altitude extra-atmosférica, supostamente de pequeno e médio raio de ação. Foi decidido implantá-lo na Coreia do Sul por causa dos testes cada vez mais frequentes de mísseis balísticos norte-coreanos. A bateria de THAAD na Coreia do Sul, no valor de mais de um bilhão de dólares (cerca de 3,4 bilhões de reais), será composta por um radar antimíssil TPY-2 TM, seis lançadores e 48 mísseis interceptores.





Sputnik.

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