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Vivo até hoje, o Carvalho Jurupa tem 13 mil anos de idade, viveu na Idade do Gelo e existia antes da agricultura.
Os cientistas encontraram o carvalho em um habitat improvável: colinas rochosas quentes e secas e descobriram que ele sobrevive contra todas as probabilidades como um insano vilão da ficção científica: a clonagem de si mesmo para continuar a vida depois de ter sido queimado até a morte. A colônia do Carvalho Jurupa se estende por 25 metros, expandindo a uma velocidade de dois milímetros por ano. A análise genética mostra que a colônia é realmente um organismo.
As bolotas antigas do carvalho são estéreis - que sacrificou a capacidade de se reproduzir para ter uma vida útil maior. Como alternativa, sobrevive a incêndios na Califórnia rebrotando seus gomos queimados. Na verdade, essa clonagem tipo fênix é a única maneira que pode se expandir, multiplicar-se e renascer no fogo, expandindo-se lentamente cada vez que isso acontece.

É um exemplo incrível de adaptação: esta forma de vida já era de meia-idade na Idade do Bronze, e tem alegremente tomado banhos de sol, enquanto civilizações surgiam e decaíam.

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