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Quase 15% dos pacientes que fazem hemodiálise testaram positivo para o vírus; já os casos de hepatite B estão diminuindo graças a uma campanha nacional de vacinação.
Uma pesquisa feita com mais de 21 mil civis na Síria mostra que um número preocupante de pessoas no país está com hepatite C. O estudo foi conduzido pela Organização Mundial da Saúde, OMS, com a colaboração do Ministério da Saúde sírio.
Entre os pacientes que fazem hemodiálise, 14,4% testaram positivo para hepatite C. Mas a taxa de infecção entre doadores de sangue foi baixa, de 0,4%. Por outro lado, os casos de infecção por hepatite B estão diminuindo, graças a uma campanha nacional de vacinação.
Vacinas
Quase 22 mil pessoas participaram da pesquisa em 11 estados da Síria. Os índices mais altos de hepatite B foram encontrados em pessoas com 60 anos ou mais. Já as crianças em idade escolar tiveram as menores taxas.
Segundo a OMS, a Síria começou a vacinar a população contra a hepatite B em 1993 e desde então, os casos de infecção entre os jovens diminuíram.
Apesar de não haver cura, os pacientes podem ser tratados com medicamentos, mas a melhor forma de prevenção é a vacinação logo após o nascimento, com duas ou três doses subsequentes.
Remédios Caros
No Oriente Médio, até 3% da população tem hepatite B crônica. Já Egito e Paquistão tem as taxas mais altas de hepatite C do mundo.
Em relação à hepatite C, vários medicamentos estão disponíveis, mas os tratamentos mais modernos são caros e os sírios não têm condição de pagar.
Com os resultados da pesquisa, a OMS está trabalhando com o Ministério da Saúde da Síria para desenvolver uma estratégia de controle da hepatite viral no país.





Rádio ONU.

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