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Forças Especiais dos EUA foram implantadas perto da fronteira com a Rússia como parte de uma presença "persistente" de tropas americanas nos Países Bálticos.
 
Dezenas de soldados das operações especiais estão nas fronteiras orientais da Europa para tranquilizar os aliados da OTAN: a Letônia, a Lituânia e a Estônia.

O general Raymond Thomas, chefe do Comando de Operações Especiais do Pentágono, disse que os estados Bálticos estavam "desesperados" por receber ajuda dos EUA para dissuadir uma potencial agressão russa.
 
"Eles estão morrendo de medo da Rússia", disse Thomas em uma entrevista ao New York Times.
 
Mais cedo, Asta Galdikaite, a porta-voz do Ministério da Defesa lituano, havia confirmado a presença de forças adicionais na Lituânia, dizendo que elas permanecerão no país tanto quanto a situação na região o exigir.
 
Ela adicionou que os EUA foram os primeiros a enviar tropas adicionais aos Países Bálticos para garantir sua segurança.
 
No entanto, a Rússia considera a presença da OTAN na região como uma provocação e disse que essa é a principal barreira à melhoria das relações com o Ocidente.

As forças de operações especiais irão complementar os cerca de 4.000 efetivos da OTAN presentes na Polônia, Lituânia, Estônia e Letônia nos próximos meses.
 
Esta implementação de tropas junto das fronteiras russas é a maior desde a Guerra Fria e foi criticada como "verdadeiramente agressiva" por Moscou.
 
Como destaca, Tom Batchelor, autor do artigo da Independent, o Reino Unido planeja enviar um batalhão apoiado por tropas francesas e dinamarquesas para a Estônia a partir de maio. O Canadá e a Alemanha enviarão forças adicionais para Letônia e Lituânia.
 




Sputnik.

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