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As irmãs Katie e Maggie Fox protagonizaram o primeiro caso registrado de mediunidade, em 1847. As duas começaram a ouvir pancadas e arranhões e logo viram móveis se arrastando. As duas começaram a “conversar” com o fantasma através de pancadas. 
Apesar de receber críticas e ser questionada por especialistas, algumas pessoas demonstraram habilidades mediúnicas assustadoras de tão impressionantes. Desde crianças que conversaram com pessoas assassinadas a médiuns que curam sem anestesia. 

Com a ajuda da mãe e de mais batidas, as duas descobriram que se tratava do espírito de um vendedor que fora assassinado na casa. O corpo dele foi encontrado mais de 50 anos depois e as meninas continuaram realizando sessões mediúnicas.


O médium Luiz Antônio Gasparetto ficou famoso nos anos 70 ao mostrar pinturas mediúnica, quando ele recebia espíritos de pintores e reproduzia seus quadros ao vivo. Gente como Da Vinci, Modigliani, Picasso, Monet. Ele chegava até a pintar com as duas mãos ao mesmo tempo.


Em 1976, uma carta psicografada por Chico Xavier absolveu João Batista França, acusado de assassinar Henrique Emmanuel Gregoris. No depoimento espiritual, França perdoava o amigo e disse que sua morte estava ligada a uma brincadeira de roleta russa. 


Um dos mais famosos médiuns do mundo, João de Deus já realizou mais de 8 milhões de curas espirituais até 2007, segundo autores. Sua casa de cura é visitada por presidentes (Bill Clinton e Lula, por exemplo) e emprega mais gente que a prefeitura de Abadinânia, em Goiás, onde atende.


O demonologista Ed e a médium Lorraine Warren foram os maiores investigadores paranormais do mundo. O casal investigou mais de mil casos paranormais, que inclusive deram origem a filmes como Annabelle e Horror em Amityville. Ed morreu em 2006 e Lorraine ainda dá palestras.


Em 1881, aos 4 anos, Edgar Cayce viu seu avô morrer afogado e começou a se comunicar com o espírito dele para realizar curas e diagnósticos – mesmo à distância. Chegou a ser preso por exercício ilegal da medicina, mas continuou os atendimentos até a morte, em 1947.


Ainda criança, o médium Divaldo Pereira Franco realizou seu primeiro contato com espíritos: o de sua avô, Maria Senhorinha, que ele nem sabia que existia. Mas os contatos não pararam por aí: ele brincava com um índio Jaguaraçu até os 12 anos, quando ele disse que reencarnaria.


Mas sua outra companhia não era agradável. Divaldo o chamava de Máscara de Ferro. O espírito era um obsessor e dizia que iria matá-lo. Apenas 30 anos depois ele se acalmou, quando Divaldo cuidou de uma criança que ele disse ser a reencarnação de sua mãe.


Apenas após a intervenção de um primo, também médium, Divaldo pode desenvolver suas habilidades, e já adulto usou seu elo com o mundo espiritual para psicografar mais de 250 livros.











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