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Após a série de terremotos que atingiu a Itália na última quarta-feira (18), o Conselho dos Ministros (CDM), presidido pelo premier Paolo Gentiloni, aprovou nesta sexta (20) a extensão do estado de emergência nas regiões de Abruzzo, Lazio, Marcas e Úmbria, no centro do país.  

O decreto havia sido aprovado no dia 25 de agosto de 2016, logo depois do tremor que matou 299 pessoas nas cidades de Amatrice e Accumoli, no Lazio, e Arquata del Tronto, em Marcas. Além disso, o CDM deu aval para a destinação imediata de 30 milhões de euros para intervenções de emergência nas zonas afetadas.  

O Conselho dos Ministros também iniciou discussões para ampliar os 4 bilhões de euros já previstos no orçamento de 2017 para as regiões atingidas pelos terremotos dos últimos meses. Até o momento, a série de tremores da quinta-feira passada deixou ao menos oito mortos.  

Entre eles estão um senhor de 83 anos encontrado sob os escombros de um prédio em Castel Castagna, um pai de 50 e um filho de 23 atingidos por uma avalanche em Crognaleto e um idoso de 73, também vítima de um deslizamento de neve, mas em Campotosto.  

O balanço ainda contabiliza os quatro mortos já confirmados na avalanche que destruiu o hotel Rigopiano, em Farindola. Todas essas cidades ficam na região de Abruzzo.





ANSA.

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