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Experimentos com venenos, doenças venéreas e mutilação de corpos: o avanço científico não ficou livre de mazelas e muitos sofreram com testes cruéis em nome da ciência.

Veja abaixo alguns dos piores projetos já executados com pessoas. 

Venenos: Os nazistas realizaram muitos experimentos, porém um dos mais cruéis ocorreu entre 1943 e 1944, quando eles analisaram o efeito de diversos venenos. Os cientistas os inoculavam nos prisioneiros dos campos de concentração, misturando-os nos alimentos. Muitas pessoas morriam imediatamente e outras eram assassinadas de modo que os cientistas pudessem estudar a ação dos venenos no organismo humano. 

Unidade 731: Sob ordens do comandante Shiro Ishii, eram amputadas partes do corpo de vários prisioneiros para costurá-las entre si ou no corpo de outra pessoa. Às vezes, eles congelavam e descongelavam essas partes, o que causava gangrena nos pacientes. Além disso, eram injetadas doenças nas pessoas para estudar seus efeitos. 

Doenças venéreas: O médico americano John Cutler utilizou prostitutas infectadas com sífilis para contagiar doentes mentais e soldados guatemaltecos, com o objetivo de descobrir se a penicilina agia contra as doenças venéreas. 

MKULTRA, subprojeto 68: Sob a direção do Dr. Donald Ewen Cameron, a CIA desenvolveu o projeto MKULTRA, em que foram realizados experimentos com pacientes do Instituto Allan Memorial, em Montreal, entre os quais havia crianças. Basicamente, o subprojeto 68 consistiu em ministrar aos pacientes, por meses, doses fortes de drogas e fazê-los escutar ruídos repetitivos, o que fez com que muitos perdessem capacidades, como a fala, por exemplo. 




History.

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