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Apesar de melhorias significativas na prevenção e no tratamento da malária, a doença continua afetando pessoas em mais de 90 países devido à falta de recursos e às limitações em certos sistemas de saúde, segundo alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira.
 
Em comunicado divulgado em seu site, a OMS destaca os avanços registrados nos últimos anos na África Subsaariana, explicando que os cuidados médicos foram mais popularizados, sobretudo entre mulheres e crianças.

De acordo com a organização, o número de crianças que passaram por exames para diagnosticar a malária aumentou 21% entre 2010 e 2015, enquanto o crescimentos foi de 25% entre as mulheres nesse mesmo período. Entretanto, as autoridades lembram que, apesar dos progressos, muitos países da África e de outros continentes continuam sofrendo com a doença, que matou 429 mil pessoas só em 2015.
 
"O mundo ainda está lutando para alcançar os altos níveis de programas de cobertura necessários para vencer esta doença", declarou o diretor do Programa Global da Malária, Pedro Alonso.
 
A OMS explicou que, no ano passado, o financiamento para o combate a essa doença totalizou 2,9 bilhões de dólares no ano passado, valor que representa apenas 45% da meta para 2020, que é de 6,4 bilhões.
 
A malária é transmitida através da picada de mosquitos Anopheles contaminados por protozoários parasitários do gênero Plasmodium. Em 2015, 91 países registraram casos da doença, sendo que mais de 90% das infecções e das mortes ocorreram na África Subsaariana.
 






Sputnik.

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