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O presidente norte-americano Barack Obama está tomando certas medidas "secretas" contra a Rússia que, ao contrário das sanções, será difícil anular, disse em entrevista ao The Atlantic o membro do comitê de inteligência da Câmara dos Representantes do Congresso norte-americano, Adam Schiff.
 
O político, que segundo The Atlantic acusou a Rússia de intervir nas presidenciais dos EUA ainda antes de isso ter sido feito pela Casa Branca, se queixou que, na sua visão, o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, não pretende promover uma linha dura nas relações com a Rússia.

"Não estou seguro que o presidente Trump introduza quaisquer sanções. <…> Estou mais preocupado com o fato de ele poder cancelar as medidas que já tomamos", destacou ele.
 
É por isso que Schiff considera que a administração de Obama deve "fazer aquilo que pretende fazer o mais rápido possível".
 
"Podem ser quaisquer sanções que Obama possa introduzir de modo unilateral, mas elas podem não passar o teste do tempo. Será difícil para a administração seguinte anular os passos clandestinos que ele está dando agora. Isso também será uma mensagem poderosa para a Rússia", declarou.
 
Ele se recusou a dizer que medidas em particular tomará Obama, mas disse que "há uma série de alternativas". Segundo ele, uma delas será a "revelação da corrupção no Kremlin".

O congressista também fez um reproche a Obama pela sua "cautela exagerada" em relação à Rússia e aos seus colegas democratas que não conseguiram convencer os cidadãos norte-americanos da necessidade de prestar atenção à "ingerência russa".
 
Os EUA repetidamente acusaram o Kremlin de alegada influência sobre as presidenciais norte-americanas, inclusive através de ataques de hackers contra servidores do Partido Democrata.
 
O presidente russo Vladimir Putin disse que os materiais publicados pelos hackers "não têm qualquer interesse para a Rússia", a histeria é agravada para desviar a atenção do conteúdo das revelações dos hackers.
 






Sputnik.

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