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Em 2015, um cientista encontrou o que acredita ser uma partícula alienígena no espaço. Seu trabalho de pesquisa foi publicado, ele foi fortemente criticado pela comunidade científica devido a evidência frágil, e agora tudo permanece em status quo.  A suposta ‘partícula alienígena’ é composta de carbono, nitrogênio e oxigênio – os mais básicos elementos que formam os blocos de construção da vida.


Milton Wainwright – um pesquisador da Universidade de Sheffield, no Reino Unido – assegura que uma partícula encontrada a 27 km acima do nosso planeta é a prova final de que a vida alienígena existe em outras partes do Universo.
Mas o que aconteceu com esta descoberta? O trabalho de pesquisa publicado no Journal of Cosmology desapareceu, e nenhum outro estudo foi conduzido após.
Contudo, é reportado que o Journal of Cosmology é conhecido por normas de aceitação de artigos menos severas (embora seu site alega que os artigos sejam revisados por pares, por “pelo menos dois especialistas reconhecidos”).
A ‘partícula encontrada por Wainwright contém somente carbono, oxigênio e nitrogênio, e mostra uma simetria bilateral que, se uma linha for traçada através de seu centro, os dois lados mostram a mesma aparência.

A descoberta foi pesadamente criticada por outros especialistas, os quais aparentemente recusam a corroborar a teoria de Wainwright.
A “partícula alienígena” é composta dos elementos mais básicos que formam os blocos de construção da via, deixando de fora partículas cósmicas o vulcânicas.  Além disso, diferente de outras descobertas que foram feitas no passado, a estranha partícula é perfeitamente simétrica, outro sinal que indica sua possível natureza.
Wainwright encontro a partícula quando ele e sua equipe estavam analisando os componentes presentes na estratosfera, enviando um balão a mais de 27 km acima da Terra. Ele assegura que, ao menos que haja um mecanismo natural pelo qual alguns elementos presentes na superfície subam a tais altitudes, esta partícula deve ter vinda do espaço.
De forma controversa, Wainwright concluiu que não somente esta partícula é extraterrestre, mas isto poderia significar que também toda a vida, inclusive a humana, provavelmente originou no espaço.
Se tal partícula veio mesmo do espaço, quem pode dizer não ser possível que as moléculas que deram início à vida na Terra não tiveram a mesma origem?
O especialista ainda diz que, embora não seja possível saber se ela é uma única unidade viva ou uma composição de muitos ‘seres’ menores, a amostra está em perfeitas condições e não mostra sinais de erosão ou poluição.
Além disso, este é um argumento sólido que apoia a teoria de que a partícula originou do espaço, e não da Terra.
Wainwright, discorda com a comunidade científica opositora que diz que a partícula originou na Terra.
Falando para o Daily Mail, ele disse:
Os críticos alegam que as amostras obtidas devem ter vindo da Terra, e de que deve haver um mecanismo que pode elevar estas partículas da Terra para a estratosfera.
Porém, fornecemos evidência de que as massa que contêm o DNA, e mais outros estranhos organismos que isolamos, não são associados ao pólen, grama e esporos fungais em nosso equipamento de amostras.  Se os nossos organismos viessem da Terra, eles deveriam estar contaminados com organismos comuns na Terra, e eles não estão.
Provavelmente não seremos acreditados até que a NASA repita nossos achados. Suspeito que a NASA irá então tentar assumir o crédito, alegando que seus métodos eram de alguma forma mais estéreis ou precisos.
Há alguma razão, além da suposta falta de evidência conclusiva, para que a descoberta de Wainwright tenha sido ‘jogada para as sombras’?
Como o seeker.com reporta, a equipe de Wainwright pode ter descoberto evidência de biologia alienígena, mas chegar a tais enormes e extraordinárias conclusões sem o apoio de extraordinária evidência e repetidos experimentos é uma afronta ao método científico.
   


Ovni Hoje.

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