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De acidentes de carros causados ​​por fantasmas, à origem da carne dos tacos, estas histórias têm sido amplamente divulgadas pela vox populi.

Desde a época colonial o México tem gerado lendas e mitos para explicar os acontecimentos incomuns ou inexplicáveis. Histórias como a de La Llorona, Calle de La Quemada e O Fantasma da Freira são algumas das mais conhecidas. 

O rato gigante de la Merced



Em um dos maiores e mais antigos mercados do centro da cidade, de um momento para outro, diz a lenda, a comida começou a desaparecer de alguns dos armazéns, alguns animais como cães e gatos que vagueiam no lugar também desapareceram. Inquilinos do mercado dizem ter visto um rato gigante que teria causado estes desaparecimentos. 


A morte de Joaquin Pardavé  
 

O famoso ator mexicano morreu em 20 de Julho de 1955 de um acidente vascular cerebral. Dias depois de sua morte se espalhou rumores de que o ator tinha sido enterrado vivo depois de um ataque cataléptico. Sua família negou a notícia em muitas ocasiões, no entanto, a lenda persiste. 


Tacos de cachorro

Há rumores de que em algumas barracas de taco, em vez de carne de boi ou de porco, o prato é preparado com carne de cães. Diz-se que em algumas partes do país, as autoridades descobriram rastros de clandestinos que forneciam este tipo de carne aos vendedores. 


O carro vermelho

Conta essa lenda que na rodovia federal de Cuernavaca para a Cidade do México, à meia-noite, um carro vermelho com cinco belas mulheres a bordo convidam quem percorre o caminho para a capital a juntar-se a elas. Quem aceita o convite é encontrado morto ou desaparece.


A menina fantasma de Gabriel Mancera

Na esquina que forma o eixo 2 oeste, Gabriel Mancera e o Eixo 5 Sul, Eugenia, existe uma lenda sobre uma menina que morreu atropelada quando numa madrugada saiu de sua casa para obter remédios para sua mãe doente. Dizem que as duas horas da manhã, o espírito da menina aparece na frente dos carros, os motoristas no afã de evitá-lo, perdem o controle dos veículos causando acidentes.

O choro no Estádio Azteca 


É um dos edifícios mais representativos da capital. Diz-se que durante a sua construção na década de 60, muitos trabalhadores perderam a vida e agora os seus gritos são ouvidos em diferentes áreas do edifício. Outra lenda sobre esse lugar é a de um menino que durante um grande evento, morreu em uma das entradas. Os guardas relatam que sentem a presença da criança que chora pedindo ajuda. 


A luz do escoteiro 


Diz-se que em um lugar do estado do México, um grupo de escoteiros, acampou em uma ocasião perto de uma montanha, a tenda de um menino foi colocada  ao lado de uma encosta, à noite ele saiu e caiu numa pedra porque era sonâmbulo. Diz a lenda que à noite grupos que visitam o lugar vêem a luz da lanterna do escoteiro falecido à espera de ser resgatado.


A rua de Don Juan Manuel

É uma lenda muito antiga. Diz-se que na era colonial, Don Juan Manuel Solorzano cego de ciúmes, matava os homens que passavam às onze da noite em frente a sua casa. Uma de suas vítimas foi o seu próprio sobrinho, razão pela qual ele quase perdeu o juízo. Diz-se que ele foi encontrado morto e as almas das pessoas inocentes acompanharam a sua alma para o outro mundo.








Arquivos do Insólito.

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