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O FBI alertou na sexta-feira (23) sobre ameaças do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) a igrejas e celebrações natalinas nos Estados Unidos, segundo um boletim obtido pela emissora "CNN".

"O EI continua convocando atentados contra as celebrações públicas nesse período, incluindo contra as igrejas", alertaram o FBI e o Departamento de Segurança Nacional em um relatório dirigido às forças de segurança e às empresas privadas do país.

No entanto, as autoridades explicam no documento que não têm conhecimento de nenhuma ameaça crível nem específica no país.

Segundo a "CNN", o boletim foi enviado hoje depois de várias páginas na internet ligadas ao EI terem publicado uma lista de igrejas para serem atacadas nos EUA.
"Como parte do diálogo contínuo com nossos parceiros de aplicação da lei, o FBI compartilha rotineiramente informações sobre ameaças potenciais para melhorar a aplicação da lei para proteger as comunidades que servem", disse o porta-voz do FBI, Andrew Ames.
Ames acrescentou que os cidadãos foram aconselhados a manter a consciência do seu entorno e relatar atividade suspeita.
De acordo com a "AFP", policiais na Austrália detiveram, nesta sexta, cinco homens suspeitos de planejarem uma série de ataques do Dia de Natal usando explosivos, facas e uma arma no coração de Melbourne.

Trump provoca EI

A agência de notícias também informou que o presidente eleito Donald Trump nos EUA usou o Twitter para transmitir seus pensamentos potencialmente inflamatórios sobre o ataque de caminhão em um mercado de Natal em Berlim na segunda-feira.
Militantes do EI reivindicaram a responsabilidade pelo ataque, no qual 12 pessoas morreram e 56 ficaram feridas, mas não ofereceram prova. O suspeito do ataque, um cidadão tunisiano, foi morto a tiros na Itália neste sexta.
Trump escreveu: "o terrorista que matou tantas pessoas na Alemanha disse antes do crime 'pela vontade de Deus nós mataremos você porcos, eu juro, nós vamos matá-lo '". O republicano continua: "esta é uma ameaça puramente religiosa, que se transformou em realidade. Um grande ódio! Quando os EUA e todos os países vão lutar?."




EFE.

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