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Embora a asma seja uma doença comum entre boa parte da população, o fato é que estão ocorrendo vários estranhos surtos de asma que, nestes últimos dias, atingiu dois países tão distantes entre si, como é o caso da Austrália e o Kuwait, que levou alguns sites conspiratórios a começar a fazer perguntas sobre sua origem.

Há uma semana, mais de 8.500 pessoas na Austrália tiveram que ser hospitalizadas de forma repentina, ante uma onda concentrada de alergias que inclusive chegaram a provocar 6 mortes. O fenômeno foi qualificado como a "tormenta de asma" (“thunderstorm asthma”).

Segundo apontou o jornal australiano Sydney Morning Herald, durante o pico do surto de asma, chamava-se uma ambulância a cada 4,5 segundo:

"Quando tivemos tantas pessoas pedindo ambulâncias, uma chamada a cada 4 segundos e meio no momento de maior intensidade, era como tivessem explodido 150 bombas de uma só vez em uma área particular de Melbourne. E isso é algo que nunca estivemos preparados".

Segundo Mick Stephenson, diretor das Ambulâncias Victoria, o departamento que coordena os serviços de translado de emergência em Melbourne, o que ocorreu na cidade é conhecido como "a asma das tormentas elétricas", foi anormal e sem precedentes.

"A maioria das pessoas que chamaram, indicaram que tinham dificuldades para respirar, dores no peito e sibilância (sons agudos que ocorrem quando os brônquios se estreitam e o ar passa pelas vias aéreas)", indicou Stephenson.

E acrescentou que: "Os sintomas de quem sofre de asma se exacerbaram, mas também vimos casos de pessoas que tiveram ataques de asma pela primeira vez em sua vida".

A capacidade dos serviços médicos para atender a emergência, chegou ao seu limite. Um porta-voz do Royal Children's Hospital, por exemplo, reportou que em um período de 24 horas, eles atenderam 500 casos de problemas respiratórios, o que é extraordinário para o centro assistencial.

As autoridades concluíram que a razão para esta "tormenta de asma", é que os grãos de pólen dos campos de relva que rodeiam Melbourne, foram assoprados através da cidade justamente antes de uma chuva repentina. Uma vez que a chuva chegou ao solo, os grãos de pólen absorveram a umidade e soltaram-se no ar, liberando milhares de nanopartículas alérgicas muito menores, que foram inaladas e ficaram agarradas aos pulmões das pessoas.

Uma explicação mais razoável.

No entanto, poucos dias depois, no Kuwait, cinco pessoas morreram devido a ataques de asma e dificuldades respiratórias, segundo confirmou o secretário de saúde, Khaled Al-Sahlawi. Os hospitais receberam 844 casos de emergência em dois dias, cinco deles morreram, três foram para o Hospital de Mubarak e dois para o Hospital Amiri, acrescentou Al-Sahlawi em um comunicado. Vinte e seis casos deram entrada em unidades de cuidados intensivos e 45 em quartos. O restante recebeu tratamento.

Novamente, foram culpadas as más condições climáticas por causar que muitas pessoas tenham problemas respiratórios, especialmente pacientes que sofrem de asma e de alergia.

Tudo isso parece ter uma origem natural e, a princípio não deveria ser motivo de alarme.

No entanto, assim como adverte a pesquisadora Melissa Dykes do Truthstream Media, há um indício que pode ser considerado suspeito.

E é o termo usado para descrever o surto da Austrália: "Tormenta de Asma".

Segundo indica Dikes, quando se faz uma busca a respeito disso no Wikipedia, descobre-se que:

A) Não havia incidências registradas disto antes do final dos anos 80, e
B) Que a página da Wikipedia que descreve este termo, não existia até 22 de novembro, um dia após da "rara" tormenta de asma atingir Melbourne em 21 de novembro.

Sendo assim, há indício para achar que por trás destes casos de "tormenta de asma", talvez ( e somente talvez), se esconda algum tipo de manobra maior, que oculte alguma outra intenção além da aparente.

Veremos se continuar ocorrendo mais casos, se o termo "tormenta de asma" voltar a aparecer na mídia e se acaba tornando-se material para os teóricos da conspiração...








Libertar.

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