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O líder norte-coreano Kim Jong-un considera 2017 como um ano favorável para o reforço do arsenal nuclear do país devido à mudança do poder nos EUA e na Coreia do Sul, informou o ex-conselheiro norte-coreano em Londres Thae Yong-ho.

De acordo com ele, em maio do ano em curso, Kim Jong-un ordenou "completar" o desenvolvimento nuclear até o final de 2017.
 
Na opinião do ex-diplomata, tanto Washington como Seul estarão muito ocupados com questões internas para aplicar "medidas de caráter militar" contra Pyongyang.
 
Ho comunicou que o líder da Coreia do Norte não desistirá do arsenal nuclear em troca de benefícios econômicos e ajuda financeira, independentemente do seu volume.

Ao mesmo tempo, o ex-conselheiro deixou claro que não dispõe de informações exatas sobre o programa nuclear norte-coreano:
 
"Nem o chanceler não sabe disso", constatou.
 
O Conselho de Segurança da ONU aprovou, em 30 de novembro, mais uma resolução que reforça as sanções contra a Coreia do Norte, depois do quinto teste nuclear realizado por Pyongyang em setembro. O documento limita a cooperação com a Coreia do Norte em várias áreas, amplia as sanções contra indivíduos e entidades, bem como anuncia a proibição de exportação de novos produtos para o país. Segundo Pyongyang, o país continuará fortalecendo as "forças de dissuasão nuclear" até que os EUA parem com as ameaças.







Sputnik.

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